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Docente de Biotecnologia da Uniara tem participação de destaque em congresso internacional

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O professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia em Medicina Regenerativa e Química Medicinal – PPGB/MRQM da Universidade de Araraquara – Uniara, Nivaldo Antonio Parizotto, teve participação de destaque, entre os dias 3 e 6 de outubro, no “12th International Congress World Association for Laser Therapy – WALT”, em Nice, na França.

 

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O docente conta que foi convidado como ‘Keynote Speaker’, “que é o palestrante principal”, e como ‘Chair’, “ou seja, o coordenador de uma mesa de discussão”. “No congresso, participaram três palestrantes principais: eu, um professor de Israel e outro de Harvard, nos Estados Unidos, que foi meu supervisor no pós-doutorado. Foi uma honra muito grande ter tido essa oportunidade’, declara.

Quanto à palestra ministrada, intitulada “Can photobiomodulation (PBM) treat obesity and metabolic syndrome?”, ele menciona que foi voltada ao uso do tratamento com fotobiomodulação, “que é a terminologia mais moderna do uso do tratamento de laser e leds, no controle da obesidade e da síndrome metabólica”. “Isso é uma novidade – existem alguns artigos, sendo que a maioria deles é do meu grupo de pesquisa -, com caráter inovador e diferenciado. Foi um sucesso”, afirma.

Parizotto aponta que já foram gerados resultados “muito bons” em seu estudo. “Tivemos evidências bastante fortes de que conseguimos usar a fotobiomodelação como um tratamento adjunto, ou seja, não uma terapia única, mas um tratamento junto a dois fatores já reconhecidos no mundo da obesidade – um problema mundial muito sério –, que são a prática de exercícios e o controle do balanço energético dietético. A fotobiomodelação foi algo que potencializou o ganho e a melhoria não só do controle das medidas corporais, mas também das condições de saúde”, destaca.

Em relação às chamadas cormobidades – “problemas paralelos à obesidade, como hipertensão, diabetes, e alterações cardíacas e renais” – o professor comenta que também foi possível ter evidências de seu controle, “e também dos fatores de risco relacionados às enfermidades metabólicas, cardiovasculares, e ao pior: o câncer”. “Sabe-se que ele é fortemente derivado do problema de uma inflamação basal subclínica que, normalmente, o indivíduo obeso tem, mas não sabe disso. Ele apresenta um pequeno nível de inflamação, porém, crônico que, ao longo do tempo, vai danificando e permitindo que tenha maior probabilidade de ter a doença, além das cormobidades mencionadas”, completa.

 

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No dia 7, “após o evento, portanto”, ele menciona que teve a oportunidade de participar como membro do comitê científico internacional da Associação. “É um consenso estabelecido pelos maiores cientistas do mundo dentro da área, que fizeram uma reunião para definir o que tem e o que não tem evidência suficiente para ser recomendado pela Associação como tratamento efetivo. É um processo que será usado posteriormente para referenciar todas as indicações que ela aconselha, em relação a doses e tipos de aplicação. Mais tarde, essas informações estarão em seu website, e pessoas do mundo todo terão acesso”, explica.

Parizotto detalha que passou horas discutindo diversas questões com especialistas de todo o mundo. “Foi um tipo de coletânea do que aconteceu no WALT, juntamente com os fatos que estão ocorrendo no planeta. Eram dois brasileiros participantes: eu e outro que, no entanto, reside nos Estados Unidos. Logo, fui o único que mora no Brasil, que fez parte dessa atividade”, diz.

Além disso, a estudante de doutorado do PPGB/MRQM, Glauce Pigatto, orientanda do docente, apresentou um trabalho no congresso, “de forma oral, com novidades importantes sendo produzidas na área de mecanismos de controle da dor, e seu estudo foi bastante elogiado”. “Nossa participação foi muito boa. Fui muito bem recebido”, finaliza o docente.

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