Espaço para comunicar erros nesta postagem
Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
O abandono escolar ainda é um sério problema brasileiro, porém, o Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apontou uma redução de mais de 40% nesse índice, caindo de 8,7%, em 2015, para 2,2%, em 2025, em relação ao 1° ano do ensino médio.
O problema acontece em razão dos alunos que deixam de frequentar as aulas, ao longo do ano letivo. A evolução desse quadro é a evasão, quando a ausência provoca falta de interesse e a não matrícula para o ano seguinte, originando assim, a desvinculação total do sistema educacional.
Segundo a a PHD em neurociências, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, a recuperação da atenção e interesse desses estudantes para retorno à escola é bastante desafiador, devido a uma série de motivos, como as barreiras sociais, psicológicas, pedagógicas estruturais e, principalmente, econômicas. Centenas de jovens abandonam a sala de aula para ajudar a família com o trabalho.
A criação de programas governamentais como o Pé-de-meia para incentivo financeiro-educacional, garantindo uma poupança, tem promovido a permanência e a conclusão escolar de estudantes do ensino médio na rede pública. O dinheiro é visto como um incentivo, mas só pode ser retirado da conta, após a finalização do processo.
O novo Ensino Médio é citado como outro avanço, apesar de Ângela recordar que ainda está sendo implementado e muito criticado, em decorrência da confusão gerada, morosidade e grade personalizável, permitindo aos estudantes escolherem matérias preferidas, além das obrigatórias.
A aprendizagem ainda conta com a educação integral e o ensino técnico para estimular a permanência escola para conclusão do ensino médio, inclusive com uma profissão.
Terminar os estudos é fundamental, mesmo que seja uma realidade desafiadora para muitos jovens. “A verdade é que apenas a educação garante melhores oportunidades no mercado de trabalho com salários mais altos e um futuro mais estável, contribuindo ainda para a saúde, qualidade de vida com desenvolvimento pessoal e autonomia”, afirma a especialista.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se