O clima esquentou após a última partida e gerou um forte protesto do Vitória contra as decisões tomadas pela equipe de arbitragem em campo. Como forma de demonstração de indignação com a condução da partida, o clube baiano tomou a decisão drástica de cancelar a tradicional entrevista coletiva do técnico Jair Ventura.
Sem a presença do treinador na sala de imprensa, o presidente da instituição, Fabio Mota, externou publicamente a sua revolta com os episódios ocorridos durante o confronto. O dirigente dirigiu ironias à arbitragem e expôs os danos físicos sofridos por atletas do elenco rubro-negro no decorrer da disputa.
Segundo o mandatário, o atleta Cacá precisou receber cinco pontos de sutura no queixo em decorrência de uma cotovelada desferida pelo jogador Mauricio, lance que não gerou a punição esperada pela diretoria. O descontentamento com a falta de rigor do árbitro motivou a postura de boicote adotada pela diretoria baiana.
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