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Terça-feira, 21 de Abril 2026

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As diferenças entre coma e coma induzido

Por Gabriel Redondano, Diretor-Presidente do GCA (Grupo Care Anestesia)

As diferenças entre coma e coma induzido
Crédito: Matheus Campos
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É frequente a utilização dos termos "coma" e "coma induzido" para descrever as condições clínicas do paciente. No entanto, ainda que parecidos, significam coisas diferentes.

O coma é o estado de redução da consciência com perda parcial ou completa da responsividade aos estímulos externos. Nesta condição, o paciente é incapaz de interagir adequadamente com o meio externo. Outra característica é que existem vários graus de coma. Uma pessoa em coma pode estar inconsciente, mas ainda ser capaz de apresentar alguma resposta a estímulos dolorosos.

O coma pode ocorrer em casos de agressão ao sistema nervoso central, nomeadamente do tronco cerebral. Essa é a área que controla o estado de consciência. Alguns comas são reversíveis, outros não.

Já o coma induzido é uma técnica de administração de sedação farmacológica profunda, controlada e que leva a pessoa à inconsciência. Ele é indicado para condições clínicas específicas, em que é necessário manter a segurança e o bem-estar do paciente.

Entre as condições específicas estão:

- Traumatismos cranianos;
- AVC extenso;
- Cirurgias neurológicas complexas;
- Cirurgias cardíacas;
- Distúrbios neurológicos de difícil controle, com episódios de convulsão frequentes;
- Necessidade de ventilação mecânica.

Essa técnica, habitualmente, é de responsabilidade do Anestesiologista e é utilizada para auxiliar na condução do tratamento clínico que o paciente necessita, reduzindo riscos e danos, especialmente em pacientes graves. Geralmente, o coma induzido é realizado em ambiente de UTI, pois é necessário o uso de equipamentos para suporte respiratório e monitoramento dos sinais vitais do paciente, evitando assim complicações, como parada cardiorrespiratória e reações alérgicas.

Os anestesistas do Grupo Care Anestesia (GCA) seguem protocolos estruturados para a condução de coma induzido com segurança para o paciente, possibilitando o restabelecimento das condições de saúde.

Sobre o autor

Gabriel Redondano

Médico-Anestesista
Título Superior em Anestesiologia/TSA; Título Europeu em Anestesia e Terapia Intensiva (EDAIC); Certificado de Atuação na Área da DOR (CAAD); Pós-Graduado em Terapia Intensiva e Anestesia em Pacientes de Alto Risco
MBA em Gestão, Inovação e Serviços em Saúde, Diretor-Presidente do GCA (Grupo Care Anestesia) e Coordenador do Departamento de Anestesia do Vera Cruz Hospital - Campinas

Comunicação AMZ

Publicado por:

Comunicação AMZ

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