De Santos, a Portuguesa Santista solidificou uma temporada excepcional ao erguer o troféu do Paulistão Série A3 de 2026, culminando uma jornada de destaque com um triunfo de 2 a 0 sobre o Marília, em seu reduto, o estádio Ulrico Mursa.
A Briosa converteu consistência, coesão de grupo e o fervoroso apoio de seus adeptos em uma trajetória memorável, encerrando o campeonato estadual como campeã e reforçando sua ascensão no panorama do futebol paulista.
Caxito ressalta o planejamento vitorioso
Um dos atletas cruciais na campanha, o atacante Caxito enfatizou que o êxito do time teve suas raízes na fase de preparação para a temporada.
“Nós coroamos a nossa jornada na disputa. Desde as diretrizes que o treinador nos transmitiu em dezembro, sobre o elenco e o torneio, abraçamos a proposta. Impusemos nosso estilo e dedicação em campo, e assim conquistamos o título.”
Tal afirmação sublinha a relevância de um projeto bem delineado desde o princípio, caracterizado por objetivos nítidos e um robusto comprometimento por parte dos jogadores.
Ulrico Mursa: um verdadeiro baluarte
A condição de invencibilidade jogando em casa representou um dos alicerces da campanha vitoriosa, e Caxito fez questão de sublinhar a potente ligação estabelecida com a torcida.
“A pujança do nosso campo, aliada ao apoio irrestrito da torcida do começo ao fim, foi o diferencial. Existiu uma sintonia notável entre atletas e torcedores, e conseguimos celebrar essa união com o título.”
O ambiente vibrante no Ulrico Mursa mostrou-se crucial para impulsionar a Briosa nos instantes mais decisivos do campeonato.
Rafinha enaltece a superação individual
O meio-campista Rafinha demonstrou grande resiliência ao retornar na fase derradeira do torneio, após um período de afastamento, e sua contribuição foi fundamental para o êxito da campanha.
“Sinto-me imensamente feliz com esta conquista e com a minha participação nos momentos finais. Dediquei-me intensamente; foi desafiador estar ausente por diversas partidas, mas consegui retornar quando o clube necessitou e auxiliar a equipe.”
Seu retorno ao gramado ampliou ainda mais a profundidade e a capacidade competitiva do plantel santista.
A torcida como o 12º jogador
Rafinha igualmente sublinhou a importância essencial dos torcedores ao longo de toda a trajetória da equipe.
“Desde o início, a torcida esteve conosco. Eles atuaram como nosso décimo segundo jogador, tanto que permanecemos invictos em nosso território. Conseguimos resgatar o prestígio que o clube tanto ansiava, e eles, sem dúvida, faziam jus a este título.”
A presença vibrante e ativa das arquibancadas foi considerada um componente crucial para o êxito alcançado.
Domínio evidente na seleção do campeonato
Adicionalmente à taça de campeã, a Portuguesa Santista demonstrou sua hegemonia ao ter múltiplos representantes na seleção oficial do Paulistão A3 Rivalo, conforme anunciado pela Federação Paulista de Futebol.
A Briosa emplacou cinco de seus atletas na formação ideal do torneio:
- Douglas Alemão
- Maninho
- Otávio
- Yohan Marcellus
- Sérgio Guedes
Yohan Marcellus, por sua vez, foi consagrado como o craque da competição, solidificando ainda mais o desempenho técnico superior do clube ao longo da temporada.
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