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Segunda-feira, 15 de Junho 2026
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Notícias/Cultura

Centro de Fauna Sinantrópica promove conscientização sobre pombos e riscos à saúde no Parque Infantil

A iniciativa, realizada na terça-feira (9), buscou educar moradores, comerciantes e a comunidade escolar sobre o controle populacional e os perigos sanitários associados aos pombos.

Centro de Fauna Sinantrópica promove conscientização sobre pombos e riscos à saúde no Parque Infantil
Divulgação
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Na última terça-feira (9), o Centro de Fauna Sinantrópica conduziu uma importante ação de conscientização no Parque Infantil, focada na crescente população de pombos e nos riscos que esses animais representam para a saúde pública. A iniciativa teve como objetivo principal orientar a comunidade local, incluindo comerciantes, moradores do entorno e a equipe do CER Leonor Mendes de Barros, sobre as medidas de controle e prevenção necessárias para mitigar a proliferação dessas aves.

A ação enfatizou os perigos que a superpopulação de pombos pode trazer à saúde da população, além de apresentar as estratégias eficazes para o controle desses animais. É crucial ressaltar que a Lei Complementar nº 18, de 22 de dezembro de 1997, proíbe expressamente a criação de pombos em forros residenciais e a alimentação dessas aves em espaços públicos, embora seja igualmente vedada qualquer forma de extermínio.

Um dos alertas emitidos pelo Centro de Fauna Sinantrópica diz respeito à ração para gatos comunitários, frequentemente deixada no Parque Infantil. Esse alimento, quando exposto por longos períodos, atrai não apenas pombos, mas também outras pragas como ratos. A recomendação é limitar o tempo de exposição da ração, retirando-a assim que os gatos terminarem de se alimentar.

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O poder público tem implementado diversas ações para conter a reprodução descontrolada dos pombos na área do parque. A Secretaria Municipal de Obras e Serviços atua na limpeza estratégica, enquanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente realiza inspeções, manutenções e podas de árvores, visando desfavorecer a formação de abrigos para as aves.

A importância de não alimentar os pombos

Para sobreviverem no ambiente urbano, os pombos necessitam de três elementos essenciais: abrigo, alimento e água. Por isso, é fundamental evitar a alimentação dessas aves. Oferecer comida não só compromete a saúde dos próprios pombos, mas também incentiva sua fixação em estruturas urbanas como telhados, forros, caixas de ar-condicionado, torres e marquises, locais onde frequentemente constroem seus ninhos.

Medidas preventivas e de controle

Para prevenir a presença desses animais, que são potenciais transmissores de diversas doenças, é crucial adotar uma série de cuidados e práticas. A implementação dessas medidas contribui significativamente para a redução da população de pombos e a proteção da saúde pública.

  • Utilize luvas, óculos de proteção e máscara para cobrir o nariz e a boca ao realizar a limpeza de locais com acúmulo de fezes.
  • Remova ninhos e ovos encontrados em edificações.
  • Umedeça as fezes dos pombos com água sanitária e aguarde alguns minutos antes de varrê-las, facilitando a limpeza e desinfecção.
  • Armazene o lixo em recipientes adequados e bem vedados para descarte, utilizando sacos de lixo resistentes.
  • Evite deixar restos de alimentos expostos, incluindo rações para cães e gatos, que atraem os pombos.
  • Instale telas protetoras em varandas, janelas, beirais de imóveis e caixas de ar-condicionado.
  • Vede aberturas e frestas que possam servir de acesso entre paredes, telhados e forros.
  • Utilize barreiras físicas com inclinação de 45⁰ na diagonal para impedir o pouso e a construção de ninhos.
  • Instale passarinheiras para bloquear a entrada das aves em telhados e outras áreas.
  • Realize a poda controlada da vegetação para clarear e arejar locais que possam servir de abrigo para os pombos.

Para obter mais informações ou esclarecer dúvidas, entre em contato diretamente com o Centro de Fauna Sinantrópica pelos telefones (16) 99993-8740 ou (16) 3331-3820.

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