Uma nova intoxicação por agrotóxicos em assentamentos rurais tem sido o alvo principal das discussões recentes entre o CEREST e a UNESP. O encontro estratégico teve como foco a análise técnica de uma proposta voltada ao levantamento de dados e à execução de intervenções educativas e preventivas nas comunidades atendidas.

O projeto busca estreitar os laços entre a academia e o serviço público. Dessa forma, as ações planejadas fundamentam-se em evidências científicas sólidas e respondem diretamente às necessidades locais de saúde.

Durante as tratativas, os participantes alinharam os propósitos centrais da iniciativa. Entre eles, destaca-se a formação continuada de profissionais de saúde dos assentamentos para aprimorar a identificação precoce de sintomas, a orientação adequada e a notificação correta dos casos.

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Outro ponto fundamental envolve a capacitação direta dos agricultores. As equipes planejam orientar os produtores rurais sobre o manuseio seguro, a leitura correta de rótulos, o uso de EPIs e as medidas iniciais em acidentes.

Estiveram presentes na reunião o coordenador Léonard De Vinci Kanda Kupa e os estudantes de Farmácia Júlio César Rosa da Silva, Luiza Brandão Santos e Larissa Lorraine Maragato Silva. Pelo CEREST, participaram Mônica Fernanda Favoreto da Silva, Erica Campesam e Fernanda Genesini Goes Palombo. O encontro também contou com Celina Garrido, Karina Maia e Geyse A. C. Santos.

Mônica Favoreto destacou o valor da cooperação. A parceria com a UNESP aproxima o serviço dos agricultores, permitindo compreender a rotina local e aplicar ações assertivas.