GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O pesquisador Elson Longo, professor emérito e titular do Departamento de Química da UFSCar (DQ-UFSCar) e diretor do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) ocupa o primeiro lugar no Brasil e na América Latina do ranking do  AD Scientific Index 2023 na área de química.

O índice foi desenvolvido por Murat Alper e Cihan Döğer, professores da universidade Sağlık Bilimleri, em Istambul, na Turquia, e avalia produtividade e eficiência de pesquisadores usando os valores totais e os dos últimos cinco anos do índice i10, do índice h e citações no Google Acadêmico. No total, são usados nove parâmetros para definir a classificação de um cientista individual por área do conhecimento.

Ao comentar a classificação, Longo declarou que “este trabalho é fruto de pesquisas em colaboração com cientistas do Brasil e exterior”.  

Publicidade

Leia Também:

Na apresentação do ranking, é explicado que o AD Scientific Index, ao contrário de outros sistemas que fornecem avaliações de periódicos e universidades, é um sistema de classificação e análise baseado no desempenho e no valor agregado da produtividade científica de cientistas individuais.

Outras particularidades do índice incluem classificações em todos os campos e assuntos de interesse científico e a ênfase na produtividade do cientista. Outra exclusividade do AD Scientific Index são os Rankings de Produtividade, um instrumento que lista cientistas em uma determinada área, disciplina e universidade, derivado do índice i10, que mede a produtividade do cientista em publicação de artigos científicos de valor.

CDMF

Com sede  na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e dirigido pelo Prof. Dr. Elson Longo, o CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).

 

FONTE/CRÉDITOS: CDMF