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O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou neste domingo (25) que a vontade manifestada pelos eleitores nas urnas deve ser rigorosamente respeitada, reforçando a estabilidade institucional do país.

Essa posição foi tornada pública logo após a confirmação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu a vitória para o seu quarto mandato na história política nacional.

“É tempo de reafirmar o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, livremente manifestada nas urnas. A república se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular, fundamento da legitimidade democrática e expressão da cidadania”, pontuou o magistrado.

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Além disso, o chefe do STF aproveitou a ocasião para enfatizar a importância vital do fortalecimento institucional e da harmonia permanente entre os Três Poderes da República.

“Mesmo diante de divergências, é nos limites da Constituição que devem buscar as respostas, preservando o equilíbrio entre os poderes e a integridade do Estado Democrático de Direito”, complementou Fachin.

Por outro lado, logo após a divulgação oficial dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) veio a público afirmar que não reconhece o pleito e que pretende acionar instâncias jurídicas para pedir a anulação da disputa no segundo turno.

FONTE/CRÉDITOS: André Richter - Repórter da Agência Brasil