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O cadastro de biometria na Justiça Eleitoral não é obrigatório para o exercício do voto. Quem não possui o registro digital ou enfrentar falhas no reconhecimento na seção eleitoral poderá participar normalmente do segundo turno das eleições, agendado para o próximo domingo, 25 de outubro.

A coleta dos dados físicos ocorreu até o dia 6 de maio, período em que o sistema fechou o cadastro. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que aproximadamente 10,99% dos votantes do país ainda não passaram pelo procedimento.

É importante ressaltar que a identificação digital não é aplicada nas seções eleitorais que funcionam fora do território brasileiro.

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Para que serve

Os equipamentos de votação em todo o país possuem leitores integrados às urnas eletrônicas.

Ter o registro simplifica a conferência da identidade antes da liberação na cabine de votação, utilizando a impressão digital do cidadão.

Identificação do eleitor

Se o eleitor tiver as digitais armazenadas, o terminal realiza até quatro tentativas de validação. Caso ocorra falha em todas, o mesário confirmará a data de nascimento para liberar a urna.

Para quem não possui o registro digital, a comprovação da identidade ocorre exclusivamente mediante a apresentação de um documento oficial com foto, a exemplo da CNH ou do RG.

Coleta e segurança da biometria

O processo engloba a captura de impressões digitais, assinatura e foto digital, garantindo maior proteção contra fraudes e duplicidades, conforme destaca o TSE.

O procedimento é exigido em novas inscrições, transferências ou atualizações cadastrais. As informações também alimentam a base da Identificação Civil Nacional (ICN).

FONTE/CRÉDITOS: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil