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Sexta-feira, 16 de Janeiro 2026

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Estudantes de São Paulo protestam contra o aumento da tarifa de ônibus

Dois manifestantes foram detidos por utilizarem máscaras durante o protesto.

Estudantes de São Paulo protestam contra o aumento da tarifa de ônibus
© Paulo Pinto/Agência Brasil
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Estudantes se reuniram em manifestação contra os valores das passagens no transporte público. A mobilização ocorreu no centro de São Paulo, apesar da chuva, no final da tarde e início da noite desta quarta-feira (14).

“Este é mais um evento que se soma à tradição do movimento estudantil paulista de iniciar o ano ocupando as ruas em resposta ao aumento da tarifa do transporte público. Também estamos nas ruas defendendo uma conquista histórica nossa, o passe livre estudantil. Este direito tem sofrido ataques, mas sabemos que é um elemento crucial para a permanência dos estudantes na universidade”, afirmou Bianca Borges, integrante da União Nacional dos Estudantes, que participou do ato.

O governo estadual e a prefeitura recentemente elevaram os preços das passagens nos transportes sobre trilhos na região metropolitana de São Paulo e dos ônibus na capital.

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Os participantes, mobilizados contra o reajuste da tarifa de ônibus, também reivindicaram o direito ao passe livre e o acesso à cultura, lazer e educação.

Dois jovens foram detidos pela polícia no início da manifestação, perto da prefeitura, por estarem com o rosto coberto por balaclavas. A Secretaria de Segurança Pública não comentou as detenções. O policial responsável pela operação justificou que o uso do item em manifestações é ilegal.

“Neste ato, exigimos uma reivindicação histórica do movimento estudantil: o direito de acesso à cidade e à mobilidade urbana. Governos como o de Tarcísio e de Nunes têm seguido rigorosamente a receita neoliberal, colocando os direitos da população e o bem público em negociação para beneficiar interesses privados”, declarou Wesley Gabriel, presidente da União Estadual dos Estudantes, um dos grupos organizadores. Outras cidades paulistas, como Campinas e Sorocaba, também têm manifestações planejadas.

FONTE/CRÉDITOS: Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil
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