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Quarta-feira, 29 de Julho 2026
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ExpoT&C leva a maior feira científica da América Latina para a UFF

Evento ocorre em Niterói até sábado e reúne dezenas de expositores ligados à inovação e à pesquisa acadêmica do país.

ExpoT&C leva a maior feira científica da América Latina para a UFF
© Tomaz Silva/Agência Brasil
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A ExpoT&C, reconhecida como a maior feira científica da América Latina, ocupa o Campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF) nesta semana. O evento, sediado em Niterói, no Rio de Janeiro, acompanha a programação da reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Ao todo, 67 expositores participam da iniciativa, incluindo universidades, centros de pesquisa, agências de fomento, museus e empresas privadas. A programação segue aberta ao público até sábado (1º).

Logo na entrada, o estande da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) chama a atenção com inovações tecnológicas desenvolvidas por estudantes da graduação. O diretor Raphael Cavalcante destaca que a instituição trouxe pesquisas práticas de produção tecnológica.

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Entre os destaques estão itens vindos do Museu Nacional e criações acadêmicas como impressoras 3D, submarinos, foguetes, carros e aviões. Para Cavalcante, a feira aproxima os jovens da iniciação científica, mostrando que a pesquisa começa cedo.

Um dos projetos expostos é um aeromodelo criado pelo grupo Minerva Aerodesign, formado por alunos da Escola Politécnica da UFRJ. O estudante Arthur Chehab Lasmar explica que o foco foi a eficiência estrutural.

O modelo pesa 4,5 kg e consegue transportar entre 9 e 10 kg. Segundo o aluno, estruturas desse tipo são aplicadas comercialmente no transporte de cargas e no monitoramento voltado para a agropecuária.

Ciência da Amazônia em destaque

A diversidade regional também marca presença na feira por meio do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). O diretor Henrique dos Santos Pereira ressalta que a instituição, com 74 anos de história, é referência global em ciências tropicais.

Participar do evento nacional amplia a visibilidade sobre a conservação da biodiversidade amazônica. Já Jorge Luiz Ramos Lobato, coordenador do Bosque da Ciência, aponta que o espaço aproxima a comunidade acadêmica e desperta o interesse de novos estudantes pelos programas de pós-graduação do instituto.

FONTE/CRÉDITOS: Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil

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