A federação regional decidiu manter a jogadora Tifanny na disputa do Paulista Feminino de Vôlei, adotando uma postura que contraria diretamente as novas diretrizes da Confederação Brasileira de Vôlei.

A divergência surgiu logo após a CBV implementar uma política de elegibilidade voltada para os torneios femininos do esporte.

O regulamento estabelecido pela entidade nacional limita a presença de atletas àquelas de sexo biológico feminino.

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Além disso, o texto introduz a exigência de uma triagem genética para detecção do gene SRY.