Com a saída do técnico Luis Zubeldía nesta semana, o ex-jogador e auxiliar permanente assumiu o novo ciclo de Marcão no Fluminense para reestruturar a equipe no Rio de Janeiro diante da crise no Campeonato Brasileiro e na Copa Libertadores.

Esta é a sétima oportunidade em que o ídolo tricolor assume a comissão técnica de forma interina desde 2019. Ele já cobriu lacunas deixadas pelas demissões de Fernando Diniz, Oswaldo de Oliveira, Odair Hellmann, Roger Machado e Mano Menezes, acumulando 72 jogos e 50,9% de aproveitamento.

Desafios no Brasileirão e na Libertadores

O treinador interino prepara o elenco para dois compromissos cruciais. No próximo sábado (15), às 16h, o time enfrenta o Palmeiras no Maracanã pela 23ª rodada do Brasileirão. Em seguida, viaja à Argentina para encarar o Independiente Rivadavia na terça-feira (18), pelas oitavas de final do torneio continental.

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Se estiver à beira do campo em Mendoza, Marcão fará sua estreia oficial no banco de reservas em uma partida da Libertadores. Embora já tenha integrado a comissão técnica no título continental de 2023, o ex-volante busca seu primeiro triunfo dirigindo a equipe nesta competição.

Liderança e histórico vitorioso

A presença do interino é vista como um fator de estabilidade no vestiário. Com 397 partidas disputadas como atleta e títulos como a Série C de 1999 e os Cariocas de 2002 e 2005, o ex-capitão mantém forte liderança entre os veteranos, como Thiago Silva, e no desenvolvimento de jovens revelados em Xerém.