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Quinta-feira, 16 de Abril 2026

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Programa governamental de saúde assiste mais de 24 mil indígenas

Ações registram avanços expressivos nas regiões Norte e Nordeste, através de 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas que disponibilizaram pré-natal e teleconsultas.

Programa governamental de saúde assiste mais de 24 mil indígenas
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS), uma iniciativa do Ministério da Saúde, já prestou assistência a mais de 24 mil pessoas de comunidades indígenas situadas em áreas remotas do Brasil.

Por meio dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), foram oferecidos diversos serviços, incluindo acompanhamento pré-natal, treinamentos em saneamento básico e a realização de teleconsultas médicas.

As atividades do Proadi-SUS são viabilizadas por meio de colaborações com hospitais privados, que fornecem plataformas digitais. Essas ferramentas conectam profissionais de saúde de Unidades Básicas a centros de atendimento em localidades indígenas distantes. Para mais informações, siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp.

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Avanços

A implementação do Proadi-SUS tem demonstrado progressos consideráveis em estados das regiões Norte e Nordeste. Nos estados de Alagoas e Maranhão, por exemplo, 22 comunidades indígenas foram beneficiadas, resultando em 256 teleconsultas e 178 pacientes que receberam atendimento.

Estes serviços foram possíveis graças à parceria estabelecida entre o programa e a Beneficência Portuguesa, sediada em São Paulo.

Em Paraíba e Piauí, a rede Hcor realizou 822 teleconsultas, alcançando uma taxa média de resolução superior a 90% dos casos e prevenindo 747 direcionamentos para outros níveis de assistência médica.

Na Região Norte, o projeto TeleAMEs, sob a gestão do Hospital Israelita Albert Einstein, estabeleceu três pontos de telessaúde em unidades de saúde indígenas em Rondônia. Estes pontos já prestaram atendimento a 315 indígenas das etnias Karitiana, Suruí e Cinta Larga.

A qualidade do atendimento médico também se reflete em indicadores de saúde materno-infantil. Na área Xavante, em Mato Grosso, o projeto Melhoria para Saúde Materna e Infantil e Prevenção ao Câncer do Colo do Útero na Saúde Indígena (MICC), igualmente implementado pelo Einstein, elevou a cobertura de rastreamento de câncer para 76%, e o acompanhamento de gestantes superou 96%.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
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