Salvador, BA, 13 (AFI) – O cenário do futebol brasileiro se intensificou! Após o revés do Bahia por 2 a 1 diante do Palmeiras, a atuação da arbitragem foi alvo de fortes questionamentos.
O técnico Rogério Ceni, o jogador David Duarte e o diretor Cadu Santoro foram formalmente acusados no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em virtude de suas declarações contundentes.
DENÚNCIA ENVOLVE BAHIA E PALMEIRAS
A insatisfação teve início logo após o encerramento da partida, quando Ceni expressou veementemente sua discordância com as decisões do árbitro Lucas Casagrande.
"O jogo é decidido pelo VAR. Rodolpho Toski [árbitro do VAR] que deveria dar entrevista aqui hoje. Ele e o Lucas [Casagrande]", declarou Ceni de forma enfática.
Agora, ele corre o risco de ser suspenso por um a seis jogos.
A principal queixa residiu na não revisão pelo VAR de um lance que culminou no segundo gol do Palmeiras, provocando grande irritação no Tricolor.
No centro da controvérsia está uma suposta infração de Gustavo Gómez em David Duarte durante a jogada que resultou em gol contra de Ramos Mingo.
O diretor Cadu Santoro também se pronunciou e pode enfrentar uma penalidade severa, variando de 15 a 180 dias de afastamento.
MANIFESTAÇÕES E SEUS IMPACTOS
David Duarte também compartilhou sua perspectiva logo após o confronto, afirmando que o árbitro "nos roubou em nossa casa".
Ele é acusado de ofensa à honra e pode ser multado em valores entre R$ 100 e R$ 100 mil, além de uma suspensão de quatro a seis partidas.
Adicionalmente, tanto o Bahia quanto o Palmeiras foram enquadrados no artigo 206 por atraso no reinício do jogo.
A equipe baiana demorou quatro minutos para retornar ao campo após o intervalo, enquanto o clube paulista levou dois minutos. As multas podem oscilar entre R$ 100 e R$ 1 mil por minuto de atraso.
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