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O contrato de Seedorf com o Corinthians conta com uma condição especial diretamente associada ao maior risco esportivo vivido pelo clube atualmente no Brasileirão. Assinado até dezembro de 2027, o acordo prevê uma cláusula de rescisão automática caso ocorra o rebaixamento para a Série B.
A presença desse dispositivo contratual é confirmada tanto pela empresa responsável por agenciar o técnico quanto por fontes ligadas à cúpula diretiva alvinegra.
Em contrapartida, a diretoria do Timão adota uma postura distinta sobre o assunto. Questionada pela imprensa, a assessoria do clube negou veementemente a existência de qualquer previsão desse tipo no documento assinado com o profissional.
Essa divergência de informações surge em um momento delicado, com a equipe ocupando a 16ª posição na tabela de classificação do campeonato nacional, somando 32 pontos.
A chegada e os desafios do novo técnico
O anúncio oficial ocorreu neste domingo (11), mas a estreia não será imediata. O time entra em campo para enfrentar o Palmeiras no Dérbi pela 30ª rodada sob o comando interino de William Batista.
Enquanto isso, o executivo de futebol Marcelo Paz conduziu as tratativas que trouxeram o holandês de volta à ativa na função de treinador, cargo que ele não ocupava desde 2019.
Ao longo de sua trajetória na área técnica, o comandante acumulou passagens pelo Milan, Deportivo La Coruña e pela seleção de Camarões.
Agora, o principal objetivo no comando corintiano é estancar a sequência negativa no torneio e afastar o fantasma da queda para a segunda divisão nas rodadas finais.
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