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Nesta quarta-feira (14), um grupo composto por 55 organizações de mídia lançou um manifesto conjunto em prol da liberdade de imprensa, da democracia e do combate ao autoritarismo no Brasil.
O documento alerta para investidas contra profissionais da comunicação. Além disso, reforça o direito dos cidadãos a conteúdos checados e plurais.
As entidades argumentam que o jornalismo desempenha uma função crucial ao expor irregularidades e fiscalizar autoridades públicas.
O texto direciona críticas às diretrizes do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o coletivo, o período da gestão de Jair Bolsonaro foi marcado por forte hostilidade contra repórteres.
Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) foram citados para ilustrar o volume de agressões e intimidações registradas nos últimos anos.
Para os signatários, o postulante ao cargo máximo do Executivo sinaliza continuidade nessas práticas. Eles apontam intenções de modificar a Constituição e priorizar a anulação de condenações.
A campanha de Flávio Bolsonaro foi procurada pela Agência Brasil, mas não respondeu de imediato. O espaço permanece aberto para eventuais posicionamentos.
Anteriormente, o político declarou no Rio de Janeiro que assegurará o livre exercício da profissão. Contudo, sua equipe recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para derrubar centenas de publicações críticas.
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