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Quinta-feira, 21 de Maio 2026
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Advogado ligado a esquema do Banco Master é transferido para Araraquara

Daniel Monteiro, apontado como operador financeiro em investigação bilionária, foi levado para presídio regional sob forte esquema de segurança.

Advogado ligado a esquema do Banco Master é transferido para Araraquara
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O advogado Daniel Monteiro, considerado pela Polícia Federal como um operador central em um esquema financeiro bilionário investigado na Operação Compliance Zero, foi transferido na tarde desta quarta-feira (20) para a Penitenciária Regional de Araraquara, interior de São Paulo. A mudança ocorre em um momento crítico para as apurações, especialmente com a rejeição da proposta de delação premiada pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

A chegada de Monteiro à unidade prisional foi marcada por um rigoroso protocolo de sigilo, com o advogado sendo mantido em uma cela individual e isolado de outros detentos. O acesso a ele é estritamente limitado a policiais penais e seus advogados constituídos. Fontes indicam que o sistema de monitoramento da penitenciária pode ter recebido reforços com a instalação de novas câmeras de segurança.

Anteriormente, Daniel Monteiro estava detido na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, desde sua prisão em 16 de abril, durante a quarta fase da Operação Compliance Zero. A transferência para uma unidade prisional no interior paulista gerou surpresa entre investigadores e pessoas próximas ao caso.

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Uma fonte ouvida pela reportagem comentou que tal procedimento não é usual e pode indicar uma estratégia da PF. A movimentação coincide com um período delicado para Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e figura central na investigação. A PF informou ao STF que rejeitou a proposta inicial de delação premiada de Vorcaro.

De acordo com a corporação, as informações apresentadas pela defesa do empresário não trouxeram elementos novos ou suficientes para justificar um acordo de colaboração. A Polícia Federal também apontou supostas omissões de informações cruciais para o andamento das investigações. Apesar da recusa inicial, a Procuradoria-Geral da República (PGR) mantém negociações abertas para uma possível reformulação da proposta.

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