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Durante reunião do Conselho de Administração realizada na última quarta-feira (28/10), o presidente Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, admitiu que não teria contratado Lucas Paquetá por 42 milhões de euros se soubesse da quebra de receitas previstas pelo Flamengo.

O dirigente apontou frustrações financeiras importantes que impactaram o caixa do clube carioca. Entre os principais fatores estão o fracasso na venda de Gonzalo Plata ao Dínamo Moscou, a falha nas negociações pelos naming rights do Maracanã e a suspensão do patrocínio master.

Diante desse cenário, a diretoria rubro-negra adotará uma postura consideravelmente mais cautelosa na primeira janela de transferências de 2027. A estratégia priorizará atletas livres no mercado para evitar altos custos com direitos econômicos.

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O mandatário também reconheceu equívocos em negociações passadas. Ele citou a recusa inicial de uma proposta de 10 milhões de euros do Red Bull Bragantino por Wallace Yan, venda que acabou ocorrendo posteriormente por um valor bem inferior.

Para reequilibrar as contas, a meta estabelecida pela gestão é arrecadar entre 40 milhões e 45 milhões de euros com a saída de atletas. Contudo, o clube garantiu que essa política de vendas não deve enfraquecer o principal plantel da equipe.