O Adeus de um Gigante: Morre Oscar Schmidt, o Eterno Camisa 14
O basquete brasileiro perdeu sua maior referência. Oscar Schmidt, o "Mão Santa", faleceu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em Santana do Parnaíba. O ídolo, que lutava contra um tumor cerebral desde 2011 com uma resiliência exemplar, passou mal em sua residência. A notícia comove o cenário esportivo de Araraquara e de todo o mundo, onde Oscar era reverenciado como uma lenda.
Com uma carreira pautada pela dedicação extrema, Oscar Schmidt recusou a NBA em duas ocasiões para nunca deixar de defender a seleção brasileira. O esforço foi recompensado com marcas astronômicas: ele permanece como o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos marcados em cinco participações. Sua trajetória é um pilar fundamental para a popularização da modalidade no Brasil.
Legado de Recordes e Inspiração
Além do ouro histórico no Pan-Americano de Indianápolis em 1987, Oscar acumulou 49.737 pontos ao longo de sua vida profissional. Reconhecido internacionalmente, ele integra o Hall da Fama da FIBA e o Hall da Fama da NBA, honraria concedida apenas aos maiores jogadores de todos os tempos. Em 2026, ele havia sido recentemente homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil.
A família informou que o velório e o sepultamento serão restritos a amigos e familiares próximos. O esporte perde seu maior cestinha, mas ganha um legado eterno.
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