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Brasileiros deixam 'fortuna' em fundos que rendem menos que a poupança

Levantamento aponta para R$ 218 bilhões em fundos com rentabilidade abaixo da poupança nova, que já rende bem pouco; dolarização pode ser a solução

Brasileiros deixam 'fortuna' em fundos que rendem menos que a poupança
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Dolarização do patrimônio pode ser solução; compra de imóveis em Orlando, na Flórida, está em alta

 

Você já recebeu aquela mensagem do seu banco, em seu celular, pedindo para que você aplique o dinheiro de sua corrente, com resgate automático, a qualquer momento? E ficou tentado em aceitar a proposta?

Pois fique sabendo que essa aplicação rende menos que a poupança, que já não é um bom investimento, nos dias de hoje.

Muitos dos fundos de aplicação automática, também conhecidos como fundos "raspa conta", costumam ter taxas de administração altas, além da tabela de imposto de renda de curto prazo. Resultado? Rentabilidade pífia.

O argumento central é que é melhor render pouco do que nada. Além disso, eles são automáticos. Não existiriam alternativas tão acessíveis e práticas com retorno maior, alguém poderia imaginar. Mas será mesmo?

De acordo com um levantamento feito pela casa de análise Spiti, há mais de R$ 218 bilhões em fundos com rentabilidade abaixo da poupança nova, que já rende bem pouco.

De acordo com Luciana Seabra, especialista de fundos responsável pela pesquisa feita por meio da ferramenta Quantum Axis, existe uma falsa sensação de conforto dos investidores.

“Dá uma falsa sensação de conforto para a pessoa, de que o dinheiro não está parado e está rendendo. Mas seria tão mais simples passar o dinheiro para poupança ou ir para contas remuneradas nos bancos digitais, para um título do Tesouro Selic ou, melhor ainda, fundos DI com taxa zero”, afirma.

 

Exemplo

Vamos pegamos como exemplo o fundo do Banco do Brasil ‘BB Automático Estilo FIC Renda Fixa Curto Prazo’.

Ele possui mais de R$ 18 bilhões aplicados e teve rentabilidade de 0,72% este ano, contra 1,24% da poupança nova e 1,85% de aplicações que rendem 100% do CDI.

 

Imposto maior

E não é somente a rentabilidade ruim que pode fazer seu dinheiro 'evaporar.

Isso pode sair mais caro ainda na hora de pagar imposto de renda. Isso porque aqueles que carregam “curto prazo” no nome tem um imposto mínimo de 20% sobre os rendimentos na tabela regressiva, diferentemente dos 15% de fundos com prazos maiores.

Outro ponto negativo. Os resgates feitos em menos de 30 dias estão sujeitos ainda ao pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Se você retirar o dinheiro desses fundos em até 15 dias depois de aplicado, perde no mínimo 50% do que teve de rentabilidade só em IOF.

 

Dolarizar o patrimônio pode ser a solução

Mas há um caminho melhor para que você faça seu dinheiro render. Muitos no Brasil já enxergam o mercado americano como uma opção para sofisticar a sua estrutura patrimonial, ou apenas para dolarizar e diversificar parte de seus ativos.

Diversificar o seu portfólio é essencial e investir nos Estados Unidos é uma alternativa para colocar o seu dinheiro em uma economia muito mais resiliente e que proporciona proteção cambial em moeda forte.

Com a pandemia do coronavírus, estamos vendo novos mercados borbulharem. Estados da região norte-americana, conhecidos como Sun Belt, têm atraído cada vez mais empresas e, consequentemente, estão vivendo uma explosão populacional, principalmente com a migração de empresas vindas da Califórnia, Chicago e Nova Iorque. É o caso do Texas, Flórida, Tennessee, entre outros.

A previsão de crescimento da região do Sun Belt é de 55% até 2030 e, ao passo de que essas regiões se desenvolvam, o mercado imobiliário vem a reboque, proporcionando novas oportunidades de investir e aumentar a exposição à economia mundial em ativos reais, principalmente nos subúrbios das grandes cidades, conhecidos pela alta qualidade de vida e bastante familiar.

 

Hora de dolarizar!

Economistas norte-americanos estão estimando um crescimento do PIB na casa de 8% para este ano, o que seria um valor histórico.

Sob esse contexto, no qual enxergamos um potencial de crescimento econômico americano, atrelado a um possível risco inflacionário, o nosso velho ativo real surge como uma opção interessante para o cenário americano em 2021 – é claro que os imóveis se encaixam perfeitamente neste contexto.

 

Condo-hotel segue em alta com investimentos

Um investimento já conhecido no mercado brasileiro, responsável pelo desenvolvimento de cerca de 60% do novo parque hoteleiro das grandes capitais nos últimos 20 anos, o condo-hotel, ou apart-hotel, também é encontrado nos Estados Unidos.

O que ocorre entre os países são pequenas variações nas regras para locação do imóvel e na legislação de mercado.

Dois fatores convergem entre todos os países: o conceito de unidade autônoma, com escritura própria, cuja propriedade é do investidor, e o fato de uma rede hoteleira fazer a gestão do empreendimento – com a cessão da posse do investidor para a bandeira hoteleira por um período determinado.

E você, que já investe em condo-hotel, deve estar se perguntando se esse tipo de investimento é possível para estrangeiros, sem vínculo com os Estados Unidos. A resposta é: sim.

Luiz Arnaldo Haddad, presidente da Chalu Imóveis, em Araraquara, empresa com mais de 40 anos no mercado imobiliário, lembra que todo estrangeiro pode dolarizar, proteger e diversificar seu investimento nos EUA, e ainda ser elegível para financiamento com taxas de juros anuais abaixo de 5%.

FONTE/CRÉDITOS: Divulgação
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