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Sexta-feira, 17 de Abril 2026

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Clubes, amigos e o universo esportivo dão adeus a Oscar Schmidt

O 'Mão Santa' conduziu o Corinthians à sua derradeira conquista nacional em junho de 1996.

Clubes, amigos e o universo esportivo dão adeus a Oscar Schmidt
Futebol Interior
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Campinas, SP, 17 – Uma onda de tristeza tomou conta da comunidade esportiva brasileira nesta sexta-feira com a confirmação do falecimento de Oscar Schmidt, aos 68 anos, um ícone inquestionável do basquete nacional. Assim que a notícia foi divulgada pela família, clubes pelos quais o ex-jogador brilhou, adversários, amigos próximos, entidades e personalidades do esporte prontamente expressaram suas homenagens ao lendário atleta.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) expressou seu profundo pesar pela partida de Oscar Schmidt, reconhecido como um dos maiores nomes da história do basquete e uma lenda viva do Movimento Olímpico brasileiro. Conhecido carinhosamente como 'Mão Santa', Oscar é detentor do recorde nacional de participações olímpicas no basquete, tendo disputado cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos. Ele também se destacou como o único atleta a superar a marca de 1.000 pontos na história da competição. Oscar deixa sua esposa, Maria Cristina Victorino, com quem era casado desde 1981, e seus dois filhos, Felipe e Stephanie.

Marco Antonio La Porta, presidente do COB, lamentou: “O esporte brasileiro, infelizmente, se despede de uma figura ímpar, mas tenho certeza de que sua história jamais será esquecida. Mais do que resultados e medalhas, Oscar representou os princípios essenciais do espírito olímpico: dedicação, superação e respeito ao adversário. Em cada competição, ele carregava não apenas seu talento, mas também a inspiração para todos que acreditam no poder transformador do esporte e a bandeira brasileira em seu coração. Seu legado perdura nas quadras e nos corações que ele tocou ao longo de sua trajetória. Que sua memória continue a motivar novas gerações a sonhar alto e a competir com honra. Sua história, eternizada no Hall da Fama do COB, permanecerá presente em nossos corações. Descanse em paz, Mão Santa. Sua herança jamais será esquecida. O Olimpismo agradece.”

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O Nosso Basquete Brasil (NBB) também expressou seu pesar pela triste notícia: “Hoje, o basquete brasileiro diz adeus a uma lenda. Oscar Schmidt, o 'Mão Santa', influenciou inúmeras gerações e gravou seu nome para sempre na história do esporte. Segundo maior pontuador da história, membro de múltiplos Halls da Fama e autor de conquistas memoráveis com a camisa do Brasil e por todos os clubes onde atuou. Ao longo de sua carreira, acumulou impressionantes 49.973 pontos e se tornou o maior cestinha da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos. Pela Seleção Brasileira, conquistou o ouro no Pan-Americano de 1987 e foi tricampeão sul-americano, em 1977, 1983 e 1985”, destacou a entidade.

“Em sua jornada por clubes, construiu um percurso igualmente triunfante, com três títulos brasileiros, um título sul-americano de clubes campeões, um título mundial, seis conquistas do Campeonato Paulista e dois títulos do Campeonato Carioca. Obrigado por tudo, Mão Santa”, completou o NBB.

“Quando recebi a notícia, foi como se fosse um impacto avassalador na minha mente. A gente tende a acreditar que todo ídolo é eterno, mas não é. É um momento desafiador para quem vivenciou o basquete na mesma época, que testemunhou a construção e o legado deixado por Oscar, o patriotismo que esse homem carregava em sua essência e coração…”, lamentou a lendária Hortência, em entrevista à Band.

“Como ele exibia uma determinação e vigor notáveis ao entrar em quadra. Mesmo após a aposentadoria, continuou sendo admirável e disseminando princípios. Ele estabeleceu uma credibilidade imensa. Quando ele falava, todos paravam para ouvir. Oscar era isso, tinha uma família maravilhosa e essa é a herança que ele deixa e continuará a deixar: muitas recordações que jamais sairão de nossos pensamentos e de nossas vidas. Ele foi imortalizado em diversos Halls da Fama globais”, ressaltou a maior jogadora do basquete nacional e admiradora de Oscar.

“Meu amigo Oscar, que Deus o acolha no céu, minhas condolências a toda a família, especialmente a você, Maria Cristina, que foi, é e será sempre a parceira deste gigante. Aos amigos e fãs, meus pêsames e descanse em paz, Oscar Schmidt!!”, postou o ex-velocista Robson Caetano.

Além de sua marcante atuação pela seleção brasileira, Oscar vestiu as camisas de Palmeiras, Sírio, América-RJ, Corinthians, Bandeirantes, Mackenzie e Flamengo no Brasil, dos italianos Juvecaserta e Pavia, e do espanhol Forum Valladolid. Os clubes, por sua vez, prestaram uma última homenagem.

O Sport Club Corinthians Paulista expressou seu pesar pelo passamento de Oscar Schmidt. “Um dos maiores atletas da história da modalidade no Brasil, Oscar gravou seu nome também na história do Sport Club Corinthians Paulista. Maior pontuador da história do esporte até 2024, Oscar liderou o Corinthians ao seu último título nacional, conquistado em junho de 1996. Este feito o fez estar eternizado na Calçada da Fama do Memorial Corinthians e Poliesportivo”, escreveu o clube paulista.

O Palmeiras destacou: “Antes de se tornar um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma referência eterna da Seleção Brasileira de Basquete, Oscar Schmidt – que faleceu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos – deu o início de sua carreira profissional vestindo a camisa alviverde. Foi na Sociedade Esportiva Palmeiras que o promissor talento iniciou uma trajetória que, anos depois, o levaria ao reconhecimento internacional.”

O Clube de Regatas do Flamengo manifestou seu profundo pesar pelo falecimento de um dos maiores ídolos da história do basquete rubro-negro e do esporte mundial: Oscar Schmidt. “O eterno Mão Santa dignificou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis, marcando época na Gávea e enchendo de orgulho a Nação Rubro-Negra. Sua herança inquestionável ultrapassa as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda”, homenageou o Flamengo.

Clubes nos quais o astro não atuou, como São Paulo, Grêmio, Vasco e Athletico-PR, também fizeram questão de prestar sua última homenagem. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também se manifestou. “Hoje é um dia triste para o esporte brasileiro. O Athletico Paranaense manifesta seu profundo lamento pelo falecimento de Oscar Schmidt, lenda do basquete. O clube presta solidariedade à família, aos amigos e a todos os fãs do Mão Santa. Descanse em paz.”

Samir Xaud, presidente da CBF, declarou: “Com profundo pesar, recebo a notícia da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores atletas que o Brasil já teve. Oscar, nosso Mão Santa, personificou o patriotismo, a garra e o talento. Foi um atleta incansável que honrou a camisa do Brasil como poucos. Sua dedicação ao basquete e ao país inspirou gerações e ajudou a construir a história do nosso orgulho nacional. Hoje, o Brasil se despede de um gigante, mas seu legado permanece vivo e seus exemplos seguirão conosco para sempre.”

FONTE/CRÉDITOS: Colaboração Futebol Interior
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