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Notícias/Educação

CONGRESSO DISCUTE INCLUSÃO ESCOLAR NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

O diagnóstico precoce possibilita ao jovem passar por intervenções terapêuticas multiprofissionais mais eficazes

CONGRESSO DISCUTE INCLUSÃO ESCOLAR NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
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A educação transforma vidas, entretanto, para isso acontecer, o processo de aprendizagem deve ocorrer de maneira adequada, incluindo alunos com necessidades especiais.  O 11° Congresso Estadual de Gestores e Educadores de Minas Gerais acontece nesta quarta, dia 28 de maio, na Assembleia Legislativa,  abordando temas de extrema importância para educadores.  

A acessibilidade e a inclusão, por muitos anos, apresentaram um conceito limitado, representando apenas um meio de permitir acesso de pessoas a lugares específicos, quer seja através de rampas ou elevadores. 

Para a PHD em neurociências, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, a inclusão em sala de aula é um tema cada vez mais abordado e o motivo está ligado ao maior conhecimento das pessoas. Quanto mais se entende sobre a questão, mais se elimina o estigma em relação a psicólogos, psiquiatras e às condições mentais, assim como, o interesse dos pais em compreenderem o comportamento dos filhos. 

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A sala de aula é um desafio aos professores por apresentar diferentes condições, como os transtornos de aprendizagem - Dislexia, Transtorno do Espectro Autista e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, altas habilidades, entre outras, quer sejam físicas, cognitivas, auditivas e visuais, influenciando a capacidade das crianças aprenderem e requerem adaptações, um desafio para os professores, principalmente aqueles sem experiência com esses estudantes atípicos.

Ângela recorda que os educadores são essenciais para o diagnóstico precoce de diferentes ocorrências, como o autismo, afinal, ao notar o comportamento da criança em sala, identificam sinais e devem alertar os familiares.

O diagnóstico precoce possibilita ao jovem passar por intervenções terapêuticas multiprofissionais mais eficazes, aprimorando o desenvolvimento e prestando suporte para família e professores, complementando o tratamento.

Os desafios são muitos, pois cada pessoa apresenta diferentes particularidades e carências, afinal, cada condição possui aspectos bastante amplos, contudo, diversas atividades podem ser aplicadas. A especialista explica que, normalmente, as alternativas envolvem a criação de uma rotina, abordagem de temas de interesse em sala de aula, adaptação da grade escolar e provas, orientações simples e diretas, repetição, uso de recursos visuais, e muitas outras.  

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