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A defesa do presidente do corinthians, Osmar Stabile, manifestou-se nesta terça-feira (15) após o dirigente virar alvo de uma denúncia formal do Ministério Público por suposta apropriação indébita. O mandatário alegou receber com estranheza a acusação referente à contratação de uma empresa de segurança privada, justificando que a medida ocorreu exclusivamente por causa das exigências e riscos do cargo que ocupa no clube.

Além de rebater a tese da acusação, Stabile contestou o pedido de afastamento de suas funções protocolado pelo órgão e garantiu que continuará no comando da instituição até que ocorra uma deliberação definitiva da Justiça. A investigação comandada pelo promotor Cassio Conserino teve início a partir de questionamentos de associados e envolveu a análise de notas fiscais, registros de imagem e depoimentos.

De acordo com os apontamentos do Ministério Público, a empresa Bear Security operava sem a devida documentação e registro na Polícia Federal. Por causa das falhas contratuais e do uso de serviços particulares, o órgão pediu o bloqueio de bens do dirigente no valor de R$ 721 mil.

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Em nota oficial divulgada por sua assessoria jurídica, a defesa reforçou que a equipe de proteção foi contratada para blindar o presidente e sua família contra ameaças públicas decorrentes de sua gestão. O comunicado ainda pontua que práticas semelhantes já foram adotadas em administrações passadas e por outras equipes do futebol nacional, contando com o aval de entidades como a FPF e a CBF.