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Sexta-feira, 17 de Abril 2026

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Decisão judicial leva investidor a desistir da SAF do Guarani

O Guarani busca reverter judicialmente uma decisão que suspendeu as eleições, impactando o futuro da Sociedade Anônima do Futebol e gerando apreensão entre os torcedores.

Decisão judicial leva investidor a desistir da SAF do Guarani
Futebol Interior
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Campinas, SP, 17 (AFI) – Uma liminar que anulou o resultado das eleições do Guarani surpreendeu o departamento jurídico do clube e já provocou consequências significativas nos bastidores do Brinco de Ouro. A equipe, que visava progredir nas negociações para a formação da SAF, sofreu com o imediato recuo de um investidor interessado, que se afastou após o impasse legal.

Em declarações à Rádio Bandeirantes, o advogado do Guarani, André Torquato, detalhou as duas estratégias que o clube pretende utilizar para contestar a decisão da 11ª Vara Cível. A primeira medida envolve a apresentação de embargos de declaração, com o propósito de esclarecer a representação legal do clube durante este período de instabilidade. Adicionalmente, o Bugre busca esclarecimentos sobre a validade de ações da atual diretoria nos últimos meses, incluindo a formalização de contratos e o registro de jogadores.

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A segunda abordagem consiste no ajuizamento de um agravo de instrumento junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, com o objetivo de cassar a liminar e restabelecer os Conselhos. A situação se agravou quando a insegurança jurídica levou o investidor a desistir da proposta pela SAF. Conforme informado pelo departamento jurídico, a proposta oficial estava pronta para ser apresentada, mas foi suspensa devido à instabilidade gerada pela liminar.

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O investidor teria comunicado à consultoria responsável pelo contrato que, em virtude da decisão judicial, não apresentaria mais o documento nem a proposta, citando a falta de segurança jurídica e preferindo aguardar uma resolução do caso. O prejuízo foi considerado “incalculável” pelo departamento jurídico alviverde, frustrando os planos da diretoria em uma semana crucial.

Eleição questionada na justiça

O departamento jurídico do Guarani contesta a fundamentação da decisão que invalidou a eleição. Em relação à alegação de voto aberto, a defesa sustenta que apenas a deliberação de recursos e a escolha da mesa diretora ocorreram de forma aberta, seguindo uma tradição de trinta anos. O voto para a eleição em si, por outro lado, teria sido realizado de maneira pessoal, direta e secreta, conforme estipulado no Estatuto.

Ademais, a diretoria refuta a alegação de cerceamento de defesa à chapa de oposição, afirmando que os recursos foram devidamente comunicados dentro do prazo para manifestação. Segundo o departamento jurídico, houve uma falha na compreensão técnica das normas internas do Bugre. O clube permanece focado em ações judiciais para reverter o cenário que, no momento, interrompeu o progresso da SAF e gerou incertezas para a torcida.

FONTE/CRÉDITOS: Colaboração Futebol Interior
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