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O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou que o despovoamento sanitário de uma granja de perus de corte em Nova Itaberaba, no oeste catarinense, foi finalizado após a confirmação de um foco da doença de Newcastle no local. A medida integra o plano de contenção para proteger o setor avícola.

Logo após a conclusão dessa etapa inicial, as equipes iniciaram a higienização completa do espaço. Os procedimentos seguem rigorosos padrões técnicos exigidos para garantir a eliminação total de riscos de propagação do patógeno na região.

Em paralelo, agentes públicos mantêm forte vigilância epidemiológica nas redondezas. O trânsito de aves e materiais nas zonas restritas continua sob fiscalização rígida para impedir qualquer avanço do vírus.

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As operações reúnem equipes do governo federal, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), da Polícia Civil e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária.

Essa união de forças visa blindar a avicultura brasileira e restabelecer a normalidade sanitária o mais rápido possível, conforme destacaram as autoridades competentes.

Entenda o caso

A confirmação do foco ocorreu em um domingo, data em que o estabelecimento foi imediatamente interditado pelo Serviço Veterinário Oficial. A movimentação de aves foi suspensa de forma imediata.

Como resposta rápida, o governo decretou estado de emergência zoossanitária por 60 dias em cidades vizinhas, incluindo Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim.

Parceiros comerciais internacionais e a Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) foram formalmente avisados sobre o episódio e sobre as barreiras sanitárias aplicadas.

Sobre a infecção

A doença de Newcastle atinge aves de criação e espécimes silvestres, sendo provocada por uma cepa agressiva do paramixovírus aviário do sorotipo 1.

A detecção em território catarinense ocorreu durante inspeções de rotina do serviço veterinário local e teve o diagnóstico chancelado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária localizado em São Paulo.

FONTE/CRÉDITOS: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil