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O Flamengo deixou a desejar na última quinta-feira (23/10) ao ser eliminado pelo Estudiantes na semifinal da Libertadores, no Maracanã, após disputa de pênaltis. Um dos pontos mais criticados pela torcida rubro-negra foi o excesso de cruzamentos para a área adversária ao longo da partida decisiva.

A equipe carioca levantou 28 bolas na área rival, superando a marca dos argentinos no jogo de ida. O zagueiro Léo Pereira, autor de quatro desses cruzamentos, explicou na zona mista que a estratégia ocorreu por causa do cenário da partida e não por planejamento prévio da comissão técnica.

"Foi momento de jogo. Contra o Fluminense, a gente venceu o jogo dessa forma", justificou o defensor, apontando que o adversário fechou bem as linhas de marcação e dificultou a criação de jogadas articuladas pelo setor central do campo.

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Falta de finalizações no alvo

Durante o período em que atuou com onze jogadores em campo de igual para igual, o time brasileiro encontrou enorme dificuldade para finalizar com perigo contra a meta defendida pelo goleiro adversário.

As chances reais de gol só apareceram após a expulsão de um jogador do clube argentino no início do segundo tempo. Mesmo com superioridade numérica, o excesso de bolas altas facilitou o trabalho defensivo do rival, culminando na frustração da eliminação nas penalidades.