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História e evolução da maternidade

Por Marco Melo, especialista em reprodução assistida e sócio-diretor da Clínica Vilara

História e evolução da maternidade
Banco de imagens/Reprodução
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Por muitos anos, mulheres com dificuldade para engravidar eram desconsideradas aos olhos dos homens e da sociedade. Muitas se sentiam amaldiçoadas e, mesmo, abandonadas por Deus. O pensamento era comum e ganhou mais força por estar referendado pela própria bíblia. As histórias de Sara, Rebeca, Isabel e da mulher sunamita deixam claro que a condição estéril só poderia ser revertida pela “graça divina”.

Felizmente, com o passar dos séculos, a mentalidade mudou. Elas conquistaram seu espaço, deixando de viver em função dos maridos para serem protagonistas de sua própria história. E, o mais interessante disso tudo é que, mesmo com outras tarefas, ser mãe ainda move muitos corações. Entretanto, não é mais preciso esperar por um milagre para engravidar. A medicina encontrou um novo recurso para quem tem problemas de fertilidade.

Em meados da Década de 70, alguns estudos, ligados à Reprodução Humana Assistida, ocorreram com maior intensidade, sendo que, em 1978, nasceu o primeiro “bebê de proveta”, em Manchester, na Inglaterra. Com o passar do tempo, cada vez mais os especialistas alcançaram resultados positivos, a partir de novos desafios dessas técnicas.  

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Apesar do grande avanço, começaram a surgir críticas sobre os limites da interferência humana na gestação de uma criança e seu nascimento. O que muitos não compreendem é que, em primeiro lugar, o médico é um profissional que preza pela vida e, portanto, todas as suas ações são pautadas pelo bem-estar da paciente e da criança.  

Talvez, não seja simples a compreensão, mas somente quem, por seu trabalho, estudo e dedicação, torna real a tão esperada maternidade, conseguirá compreender. O primeiro dia de consulta é inesquecível: olhares cheios de esperança e, ao mesmo tempo, dúvidas e a insegurança que muitas têm em relação ao sucesso do tratamento. As incertezas falam mais alto. O papel do médico vai muito além de responder às questões de forma técnica e burocrática. É preciso compreender, colocar-se no lugar do casal e, principalmente, passar confiança.

Terminado o tratamento com sucesso, resta ao médico a sensação de dever cumprido e a certeza que colocou em prática o que foi prometido no Juramento de Hipócrates: exercer a profissão com consciência e dignidade e, de acordo com as boas práticas médicas. Afinal, de nada adiantariam os estudos, as pesquisas e as experimentações, se o profissional não for empático, benevolente e, no caso dos que trabalham com reprodução, capazes de ajudarem na realização do sonho da maternidade.

É normal que as mulheres, apesar dos desejos da maternidade, sintam medo. Porém, é como disse algum autor: Quando nasce uma criança, nasce uma mãe. E, essa figura é quem move céus e terras pela felicidade do filho tão desejado.

Zoom Comunicação

Publicado por:

Zoom Comunicação

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