Uma nova investigação do MP deu o prazo de cinco dias para que Stábile preste esclarecimentos sobre o uso de recursos do Corinthians no pagamento de sua segurança particular. A promotoria apura a contratação de uma empresa considerada irregular para prestar serviços ao dirigente.

Para instruir o procedimento, o Ministério Público cobrou a apresentação da cópia integral do contrato firmado com a prestadora. Além disso, foram exigidos os documentos do trâmite interno do clube e as escalas de trabalho dos seguranças envolvidos na rotina do cartola.