Araraquara News

Aguarde, carregando...

Terça-feira, 21 de Abril 2026

🔴 Ao vivo

Notícias/Saúde

Hospitais privados paulistas podem aderir ao mutirão de cirurgias

Federação dos Hospitais defende que mutirão de cirurgias integre programa serviços do SUS permanentemente

Hospitais privados paulistas podem aderir ao mutirão de cirurgias
Divulgação
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O médico Yussif Ali Mere Jr., presidente da Fehoesp-Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo, declarou nesta quinta-feira, 26/5, que a rede privada tem condições de atender ao chamamento do governo paulista para o mutirão de cirurgias apresentado na quarta-feira, 25, mas não acredita que o prazo estipulado para a ação seja suficiente para zerar a fila de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos, nem para planejamento por parte dos hospitais.

A fila no Estado é de aproximadamente 540 mil cirurgias e cerca de 17.500 na região de Ribeirão Preto. “A rede privada, segundo o presidente da Fehoesp, realiza cerca de 25 mil cirurgias/mês e está preparada para triplicar este atendimento”, comentou o médico. Porém, ele defende que o programa, que prevê pagamento de duas tabelas SUS para incentivar a rede privada a aderir ao mutirão, seja permanente.

Para o executivo, os hospitais que atendem SUS serão estimulados com a proposta de receberem em dobro para cada procedimento realizado. “Não sei se os valores oferecidos cobrirão os custos dos hospitais mais caros, mas à iniciativa privada cabe uma parcela de colaboração com a saúde pública”, comentou.

Publicidade

Leia Também:

O mutirão de cirurgias deve aumentar o atendimento/acesso para o usuário SUS, além de promover agilidade contribuindo significativamente para a diminuição das filas. Mas o presidente da Fehoesp acredita que o prazo – de junho a outubro/2022 – não seja suficiente para planejamento dos trabalhos. Ainda assim, há horários ociosos nos centros cirúrgicos nos períodos vespertino e noturno e que poderão ser utilizados pelos hospitais neste programa.

Apesar do pagamento em dobro oferecido aos hospitais que aderirem ao mutirão, a ação deve diminuir custos para o sistema. “Cirurgias represadas aumentam custos com cuidados paliativos aos pacientes em espera, agravam a saúde exigindo tratamentos que poderiam ser evitados, aumentam a quantidade de visitas aos serviços de saúde; isso quando não geram sequelas que podem ser incapacitantes e irreversíveis ou encurtam o tempo de vida do paciente, sem contar ainda com o sofrimento do paciente e familiares”, explicou o presidente da Fehoesp. “Não são apenas 540 mil pessoas na fila no Estado; são os familiares em desespero, os custos com medicamentos, as ausências ou afastamentos do trabalho ou escola, aposentadorias precoces, faltas do trabalho entre os familiares cuidadores e uma cadeia de dificuldades e custos para as pessoas e para o SUS. Por tudo isso, a proposta é muito boa, mas precisa ser permanente assim como é a parceria da rede privada com o SUS para os serviços de hemodiálise”, finaliza Ali Mere Jr.

FONTE/CRÉDITOS: Divulgação
TextoeCia Comunicação

Publicado por:

TextoeCia Comunicação

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR