Espaço para comunicar erros nesta postagem
Em jogo movimentado, Inglaterra e Estados Unidos ficaram no 0 a 0, no Al Bayt, em Al Khor, no Catar, pela segunda rodada do Grupo B. Com o empate, os Ingleses não conseguiram a vaga antecipada para as oitavas da Copa do Mundo no Catar, porém avança com um empate. Já os Estados Unidos decidirá contra o Irã, a vaga para a próxima fase da Copa.
Com quatro pontos, a Inglaterra lidera a chave e com saldo de quatro gols, só ficará de fora das oitavas em caso de derrota por mais de seis gols de diferença para o País de Gales. Em segundo lugar, está o Irã com três pontos, que superou os galeses, e em terceiro o EUA soma dois e fazem o confronto direto na última rodada, que acontece na próxima terça-feira.
TABU MANTIDO
O resultado também manteve um pequeno tabu para os ingleses, que nunca venceram os EUA em uma Copa do Mundo. O jogo mais recente foi disputado na fase de grupos de 2010, e terminou empatado por 1 a 1. O outro duelo aconteceu na Copa de 1950, na qual os americanos venceram a por 1 a 0, também na fase de grupos. O triunfo é considerado um dos maiores feitos da história do futebol dos Estados Unidos.
1º TEMPO
Os primeiros minutos da partida desta sexta foram de muita posse de bola para a Inglaterra e certa quantidade de equívocos na tomada de decisão. Inicialmente em ritmo lento, os ingleses mostraram sintonia quando aceleraram o jogo na base da troca de passes. Foi assim que, perto dos dez minutos, abriram espaço na defesa americana até Harry Kane receber de Saka na área e bater. Rápido na resposta, o zagueiro Zimmerman se lançou ao chão e mudou a trajetória da bola.
A lentidão e a falta de criatividade britânica continuaram predominantes por mais alguns minutos. A partir da segunda metade do primeiro tempo, os americanos mostraram-se mais à vontade para avançar ao ataque e, sem tantos recursos, causaram sustos na defesa britânica com bolas alçadas em direção à área. Foi só quando a colocaram no chão, entretanto, que levaram perigo real, com uma bola estourada no travessão por Pulisic.
Um dos motivos da melhora dos EUA foi o aumento da participação de Weah, responsável por passes inteligentes para desmontar o posicionamento defensivo adversário. Do lado britânico, a força ofensiva de Saka e Sterling foi neutralizada durante a maior parte do tempo, mas o atacante do Chelsea conseguiu levar perigo pouco antes do intervalo e forçou boa defesa do goleiro Matt Turner, aos 45.
2º TEMPO
Após permitir o crescimento dos americanos no primeiro tempo, a Inglaterra não conseguiu mudar o panorama no começo da etapa final. Apesar de ter a posse, assim como antes, pouco se movimentava e rodava a bola sem objetividade, enquanto os EUA demonstravam maior incisividade em suas investidas. O desempenho abaixo do esperado dos ingleses fez Southgate tirar Bellingham e Sterling, destaques da goleada sobre o Irã, aos 23, para colocar Henderson e Grealish.
Pouco depois, foi a vez de Saka, outro destaque da estreia, deixar o campo e dar lugar a Rashford. As alterações trouxeram mais vigor físico à seleção britânica, que teve uma leve melhora em suas articulações ofensivas, porém nada que a levasse a ter qualquer tipo de domínio. Além disso, continuou a ceder espaços aos adversários, que apostaram em no jovem Reyna, substituto de Weah, nos minutos finais, mas não colheram frutos.

Publicado por:
Rodrigo S. (Editor)
Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.
Nossas notícias
no celular
