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A Justiça de São Paulo determinou que a dívida do Corinthians com o ex-zagueiro Gil, avaliada em R$ 14,8 milhões, seja incluída no Regime Centralizado de Execuções (RCE) do clube. A decisão organiza o pagamento de pendências financeiras acumuladas ao longo das duas passagens do atleta pela equipe do Parque São Jorge.

O RCE é uma ferramenta jurídica utilizada pelo clube para centralizar e ordenar suas pendências cíveis. Com isso, o ex-defensor entra oficialmente na fila de credores da instituição. O processo judicial engloba valores de diferentes momentos da trajetória do jogador no Timão.

Origem dos valores devidos

A cobrança judicial contempla direitos de imagem não quitados em 2023, além de débitos remanescentes de seu primeiro período no clube, entre 2013 e 2016. Durante a tramitação, houve divergência nos cálculos apresentados pelas partes.

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O montante principal reconhecido em juízo era de R$ 11,4 milhões. Contudo, a aplicação de juros e correções monetárias elevou o total para R$ 14,8 milhões. O Corinthians pleiteava uma atualização menor, que fixaria o débito em cerca de R$ 13,7 milhões.

Gil encerrou seu ciclo no Alvinegro em 2023, defendendo posteriormente o Santos antes de se aposentar dos gramados. Pelo Corinthians, o zagueiro foi peça fundamental em conquistas marcantes, como o Campeonato Brasileiro, a Recopa Sul-Americana e o Paulistão.