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O Palmeiras acompanha com atenção a situação de Estêvão no Chelsea, já que a falta de espaço do jovem atacante sob o comando do técnico Xabi Alonso na Inglaterra pode custar até R$ 96 milhões aos cofres alviverdes neste fim de ano. O atleta soma apenas 23 minutos em campo na Premier League, o que ameaça diretamente o cumprimento de metas contratuais de produtividade estabelecidas entre os clubes.

A transferência do jovem talento foi fechada por um total de 61,5 milhões de euros (cerca de R$ 361 milhões). Desse montante, 45 milhões de euros são garantidos, enquanto 16,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 96,9 milhões) dependem de bônus por desempenho. Como detém 70% dos direitos econômicos da operação, o Verdão corre o risco de sofrer um impacto financeiro significativo.

As metas contratuais em risco

Para que o clube paulista receba o valor extra, o atacante precisa disputar 70 partidas oficiais pela equipe inglesa ao longo de duas temporadas. Atualmente, o jogador contabiliza apenas 39 atuações pelo clube londrino. Além disso, o contrato prevê premiações caso o atleta conquiste o renomado prêmio Golden Boy, entregue ao melhor jogador sub-21 do futebol europeu.

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Barcelona monitora a situação

Diante do cenário de pouca minutagem, o Barcelona passou a observar o atleta. Segundo a imprensa espanhola, o diretor esportivo do clube catalão, Deco, monitora de perto os passos do brasileiro desde o período em que ele atuava no futebol paulista. Apesar do interesse, ainda não há propostas formais ou negociações em andamento para sua saída da equipe inglesa.

A próxima janela de transferências do futebol europeu, que se abre em janeiro, surge como uma alternativa viável para uma eventual mudança de ares, caso o interesse espanhol se concretize em uma oferta oficial. Por enquanto, o estafe do jogador descarta uma saída imediata de Londres.