O Palmeiras encontra-se, mais uma vez, no centro das atenções do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O defensor Murilo e o preparador físico Marco Aurelio Schiavo Reis receberam denúncias e terão seus casos analisados em julgamento marcado para esta sexta-feira.
Murilo corre o risco de ser penalizado por "conduta contrária à ética esportiva", de acordo com o artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o que pode resultar em uma suspensão que varia de uma a seis partidas.
Murilo e a partida contra o Athletico
O relatório do árbitro Felipe Fernandes Lima aponta que, após sua expulsão, Murilo proferiu a frase "era uma vergonha" em referência à atuação da arbitragem.
O zagueiro foi advertido com dois cartões amarelos devido a infrações semelhantes durante o triunfo do Palmeiras por 2 a 1 sobre o Athletico-PR.
Por sua vez, Marco Aurelio Schiavo Reis foi enquadrado em outra seção do artigo 258, sob a acusação de "invadir local destinado à equipe de arbitragem", conduta que pode levar a uma suspensão de um a três confrontos.
Reposição de bola e outros incidentes
Durante a vitória palmeirense por 2 a 1 contra o Grêmio, em Barueri, Schiavo Reis contribuiu para a reposição de bola que antecedeu o segundo gol, marcado por Marlon Freitas.
Adicionalmente, o clube recebeu uma denúncia por demorar a retornar ao campo após o intervalo, infringindo o artigo 191 do CBJD, que aborda o "descumprimento de obrigações legais".
Esses novos episódios surgem em um momento de atrito constante entre o Palmeiras e o STJD, agravado pela recente suspensão de sete partidas imposta ao técnico Abel Ferreira.
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