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O TRE-RJ negou por unanimidade, nesta sexta-feira (11), o pedido de registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo estadual. O julgamento ocorreu no Palácio da Democracia, sede da corte no Rio de Janeiro, com foco nos requisitos legais de elegibilidade.
A negativa fundamenta-se em uma condenação por improbidade administrativa dolosa proferida em 2018. O processo apontou prejuízo aos cofres públicos e enriquecimento ilícito de terceiros, gerando a perda temporária dos direitos políticos do político.
Conforme o acórdão, a acusação envolveu o desvio de R$ 234,4 milhões da Secretaria de Saúde entre 2005 e 2006, gestão em que Rosinha Matheus, esposa do candidato, chefiava o executivo estadual.
O tribunal aplicou as diretrizes da Lei da Ficha Limpa, que proíbe candidaturas por oito anos em casos de condenação colegiada por corrupção e lesão patrimonial.
Posicionamento da defesa
Em nota oficial, Garotinho declarou que a sentença não encerra sua jornada e que segue na disputa. “Continuo firme e forte”, afirmou.
Ainda cabem recursos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar reverter o veto imposto pela justiça regional.
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