Uma agente funerária identificou sinais vitais em bebê declarado morto duas horas antes em um hospital na cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo. A profissional notou a movimentação do recém-nascido no momento em que ele já se encontrava acondicionado no saco de transporte funerário.
Apesar do grande susto e do caráter atípico do episódio, a instituição hospitalar negou publicamente qualquer falha ou erro nos procedimentos técnicos adotados para a constatação do óbito do paciente.
Da mesma forma, os familiares da criança declararam que não enxergam negligência na conduta da equipe médica. O caso levanta discussões sobre protocolos rigorosos em diagnósticos clínicos de emergência.
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