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Sexta-feira, 31 de Julho 2026
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Aplicativo do governo amplia apoio de saúde mental para jovens no Brasil

Com integração ao aplicativo Meu SUS Digital, o serviço Pode Falar quer realizar 11 mil atendimentos por mês em parceria com o Unicef.

Aplicativo do governo amplia apoio de saúde mental para jovens no Brasil
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O Ministério da Saúde disponibilizou o serviço de acolhimento e saúde mental para jovens diretamente no aplicativo Meu SUS Digital. A iniciativa busca facilitar a escuta qualificada de brasileiros entre 13 e 24 anos, oferecendo orientação gratuita e segura por meio da plataforma Pode Falar.

Atualmente, a ferramenta realiza cerca de 1,1 mil atendimentos por mês. Com a integração ao app oficial do governo federal, a expectativa das autoridades é elevar esse volume para 11 mil atendimentos mensais, ampliando o acesso de quem ainda não buscou suporte presencial.

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O objetivo central é fortalecer a rede de suporte psicológico no Sistema Único de Saúde (SUS).

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Como funciona o atendimento na plataforma

Para utilizar o recurso, o usuário deve acionar a opção Pode Falar no menu de miniaplicativos dentro do Meu SUS Digital. O serviço funciona de segunda a sábado, das 8h às 22h, e garante a opção de atendimento anônimo.

A interação inicial é feita por um chatbot, que disponibiliza materiais educativos sobre gestão de emoções. Caso haja necessidade ou solicitação de suporte direto, a conversa é transferida para o atendimento humano.

O sistema conta com inteligência artificial para monitorar a fila de espera. A ferramenta identifica mensagens com indícios de risco elevado e emite alertas imediatos para priorizar esses casos na equipe.

A equipe de teleatendimento é formada por estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de medicina, psicologia e educação. Todos atuam sob supervisão de professores e seguem treinamentos contínuos.

Quando buscar a rede presencial do SUS

O Ministério da Saúde reforça que casos de sofrimento psíquico persistente ou situações de crise exigem avaliação presencial. O atendimento começa na Atenção Primária, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Se houver necessidade clínica, o paciente é encaminhado para a rede especializada do SUS, garantindo o acompanhamento integral em todas as faixas etárias.

FONTE/CRÉDITOS: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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