O Banco Central do Brasil estuda a possibilidade de interligar o Pix com sistemas de pagamento de outros países e redes globais. A iniciativa visa baratear tarifas e simplificar transações internacionais.

Conforme o relatório divulgado nesta segunda-feira (10), a autarquia analisa tanto conexões bilaterais quanto hubs multilaterais. O objetivo é permitir remessas e compras no exterior com liquidação instantânea em moeda local.

Novas funções e segurança

A agenda de inovações inclui transferências offline sem uso de internet e o Pix automático para substituir o débito em conta. Além disso, o órgão planeja integrar o mecanismo ao mercado de crédito.

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Para combater crimes, o Banco Central criará regras contra o uso abusivo de mensagens e implantará um sistema antifraude baseado em inteligência artificial para calcular riscos em tempo real.

Impacto internacional

O sucesso da ferramenta brasileira chamou atenção internacional, gerando debates recentes sobre o papel da infraestrutura de pagamentos do Brasil frente ao domínio financeiro global tradicional.

FONTE/CRÉDITOS: Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil