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O Corinthians vive sua pior campanha em um segundo turno na era dos pontos corridos do Brasileirão e tenta evitar o rebaixamento nas últimas rodadas do campeonato.

Passados três meses do encerramento do primeiro turno, quando a equipe ocupava a sétima colocação, o cenário mudou drasticamente. Atualmente, o clube paulista aparece apenas uma posição acima da zona de rebaixamento, acumulando um aproveitamento pífio de 17% na segunda metade da competição.

Queda de rendimento na Neo Química Arena

Um dos principais fatores para a crise é a perda de força na Neo Química Arena. O time acumula marcas negativas históricas jogando em seus domínios, apresentando um dos piores desempenhos ofensivos da competição como mandante e sofrendo com a falta de vitórias recentes em casa.

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Pobreza ofensiva e dependência defensiva

Além da instabilidade defensiva, a equipe sofre com a falta de produtividade no ataque. Sem contar com o artilheiro Yuri Alberto por boa parte do returno devido a lesão, o setor ofensivo apresentou baixa produtividade, chegando ao ponto de o zagueiro Gustavo Henrique se destacar como um dos principais artilheiros do período.

Apesar do momento delicado, o clube busca forças na reta final sob nova direção técnica para recuperar os pontos perdidos e garantir a permanência na elite do futebol nacional.