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A equipe do SEAS (Serviço Especializado de Abordagem Social) intensificou as ações de busca ativa na praça do Jardim do Carmo e em prédios abandonados no Jardim Europa. O objetivo central é identificar situações de vulnerabilidade social e risco de pessoas em situação de rua.

Na praça do Carmo, o foco é o atendimento a indivíduos que permanecem no local para o consumo de álcool e entorpecentes. Segundo Caetano Mascia Gonçalves, chefe da divisão de Proteção Social Especial, a maioria possui vínculos familiares rompidos pelo vício.

Algumas pessoas também montam abrigos provisórios no entorno de uma igreja local. Ali, recebem doações de comida de moradores e voluntários, o que acaba gerando acúmulo de lixo, mau odor e riscos de proliferação de vetores de doenças.

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Ações em prédios abandonados no Jardim Europa

Recentemente, uma operação conjunta com a Guarda Civil Municipal vistoriou dois edifícios desocupados próximos à avenida Vaz Filho. A suspeita levantada por vizinhos era de intensa movimentação noturna para consumo de drogas.

No local, os agentes encontraram apenas uma pessoa com histórico de atendimento pelo SEAS. A construtora responsável pelos prédios foi orientada a reforçar a segurança do perímetro para impedir novas invasões.

Atuação integrada e leis

O trabalho do SEAS é articulado com serviços de saúde, como o Consultório na Rua e o CAPS AD. O suporte psicológico e médico é considerado essencial para auxiliar no processo de superação da vida nas ruas.

Todas as intervenções seguem rigorosamente a Política Nacional para a População em Situação de Rua (decreto nº 7053/2009). A legislação proíbe o uso de força ou coerção para a remoção involuntária de indivíduos.