Jorginho, que atuou como auxiliar técnico da seleção brasileira na copa do mundo de 2010, abriu o jogo sobre a polêmica ausência de jogadores consagrados no torneio sediado na África do Sul. Sob o comando de dunga, a comissão priorizou a disciplina e o rigor tático, deixando de lado atletas de grande apelo popular.

No caso de Adriano Imperador, a decisão gerou debates intensos após o atacante brilhar e conquistar o Campeonato Brasileiro pelo Flamengo na temporada anterior. Já Ronaldinho Gaúcho, apesar do bom desempenho pelo Milan, acabou cortado porque a comissão técnica avaliou que ele carecia da intensidade exigida pelo modelo de jogo.

Quanto a Neymar, que na época despontava como uma grande promessa do futebol nacional, a comissão optou por preservar o jovem. Jorginho destacou que o peso do torneio e o momento da carreira pesaram para que o atacante ficasse fora daquela lista definitiva.

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As declarações completas foram concedidas durante entrevista ao programa Cara a Cara com o Vanderlei Lima, transmitido aos domingos no canal da Voz do Esporte no YouTube.