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A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, intensificou suas críticas contra o atacante Dudu no processo judicial que envolve os dois. Atualmente defendendo o Atlético-MG, o atleta tenta reverter uma condenação por danos morais no valor de R$ 50 mil após utilizar termos ofensivos contra a dirigente nas redes sociais.

Em documento protocolado na 11ª Vara Cível de São Paulo, a equipe jurídica da mandatária exigiu que a sentença proferida em maio seja integralmente mantida. Os advogados argumentam que as falas da dirigente sobre a saída do atleta possuíam cunho estritamente institucional.

A controvérsia teve início em junho de 2024, quando o jogador voltou atrás em sua ida para o Cruzeiro, clube que já havia oficializado o acordo. Na visão da dirigente, a condução do caso ocorreu pela "porta dos fundos" e gerou impactos negativos nos bastidores.

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Conforme a representação legal, Leila Pereira mirou unicamente a gestão da negociação e os reflexos financeiros para a instituição alviverde. A defesa pontua que o atacante extrapolou os limites ao recorrer a ofensas pessoais em vez de debater o tema profissionalmente.

Além da questão moral, a gestão palmeirense voltou a enfatizar o rombo financeiro decorrente da desistência do negócio com a equipe mineira. Segundo a dirigente, o Palmeiras deixou de faturar R$ 20 milhões com a transação frustrada, embora tenha continuado a arcar com os vencimentos do atleta enquanto ele planejava sua ida para o futebol mineiro.