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Terça-feira, 21 de Abril 2026

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O anestesista e o desafio de reduzir complicações em cirurgias de emergência

Por Gabriel Redondano, Diretor-Presidente do GCA (Grupo Care Anestesia)

O anestesista e o desafio de reduzir complicações em cirurgias de emergência
Crédito: Matheus Campos
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A realização de procedimentos anestésicos em situações de emergência constitui um desafio para os anestesiologistas. Estas situações podem envolver desde a necessidade de sedação até a completa anestesia, dependendo da necessidade de intervenção no momento da emergência. Frequentemente as intervenções relacionam-se com diagnósticos (realização de exames) e procedimentos curativos (sutura, redução de fraturas e cirurgias). Nessas condições em que o trabalho é planejado, a avaliação pré-anestésica é um fundamento essencial, pois permite a identificação de possíveis riscos e redução de complicações. Já em cenários de emergência nem sempre é possível realizá-la de forma completa e o anestesiologista atua para reduzir as complicações ao máximo, uma vez que a vida do paciente pode estar em risco.

Dependendo das condições do paciente e possibilidades de obtenção de informações com a família, o anestesiologista busca identificar o histórico de saúde. É importante saber sobre a utilização de medicamentos de rotina, alergias, presença de doenças pré-existentes (tais como hipertensão arterial e diabetes, entre outras) e cirurgias anteriores. Além disso, a avaliação do paciente está dirigida principalmente para a verificação das condições do sistema neurológico, cardiopulmonar, respiratório e função de coagulação.

Baseados nas informações do estado clínico e histórico de saúde do paciente (sempre que possível), o anestesiologista planeja as intervenções com o objetivo de tornar a assistência mais segura possível, reduzindo os riscos de complicações, principalmente as direcionadas à possibilidade de broncoaspiração e instabilidade hemodinâmica.

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Para minimizar as complicações, os medicamentos e dosagens apropriados devem ser escolhidos e administrados em um ambiente adequadamente monitorado e a avaliação do paciente deve ser realizada antes, durante e após o uso. Medicamentos como drogas pró-cinéticas, inibidores de bomba de prótons e drogas para a estabilidade hemodinâmica, entre outros, podem ser utilizados para a redução de intercorrências. A passagem de sonda nasogástrica para o esvaziamento do conteúdo gástrico e procedimentos para proteção das vias aéreas e manutenção da função respiratória – como a sequência rápida de intubação – podem ser necessários neste momento.

A atuação do anestesiologista também se estende ao esclarecimento de dúvidas a respeito do processo e orientação do passo a passo a ser seguido, tanto para o paciente como também para a família e acompanhante, que nesta hora certamente estarão muito ansiosos e inseguros. Isso contribuirá para que o paciente se mantenha estável e o resultado seja o mais satisfatório possível.

A realização de anestesias em casos de urgência ou emergência requer habilidade, trabalho de equipe e experiência. É fundamental que haja trocas constantes de informações com a equipe de cirurgiões e de enfermagem. Os anestesiologistas do Grupo Care Anestesia possuem experiência para atuar neste cenário e sempre buscam a forma mais confortável e segura de gerar um estado de total ausência de dor e sensações desagradáveis durante a cirurgia.

 

Sobre o autor 

Gabriel Redondano

Médico-Anestesista Título Superior em Anestesiologia/TSA

Título Europeu em Anestesia e Terapia Intensiva (EDAIC)

Certificado de Atuação na Área da DOR (CAAD)

Pós-Graduado em Terapia Intensiva e Anestesia em Pacientes de Alto Risco MBA em Gestão, Inovação e Serviços em Saúde, Diretor-Presidente do GCA (Grupo Care Anestesia)

Coordenador do Departamento de Anestesia do Vera Cruz Hospital – Campinas

 

 

Comunicação AMZ

Publicado por:

Comunicação AMZ

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