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Segundo a Dra Fernanda Garcia Cardoso, hematologista e hematerapeuta da Unimed Araraquara, cerca de 60 doenças podem ser curadas por meio do transplante de medula óssea. Atualmente, no Brasil, são mais 3 milhões de doadores cadastrados, sendo o terceiro país do mundo nesse quesito, ficando atrás apenas do Estados Unidos e a Alemanha.
E para lembrar a importância desse ato de amor ao próximo, o mundo, hoje, celebra o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea (18/09), data adjetivada pela especialista como uma data alegria, comemoração e agradecimento. “Meu muito obrigado às pessoas que, de maneira, altruísta, se cadastram, no redome, como eventuais doadores para uma compatibilidade junto a um paciente que tem, no transplante, a sua única alternativa de cura”, comenta a Dra Fernanda Garcia Cardoso.
Em Araraquara, a coleta é feita no Hemonúcleo Regional, localizado na Rua Expedicionária do Brasil, 1621, no Centro. O atendimento ocorre de segunda à quarta, das 14h às 15h (para este tipo de acolhimento). O telefone para informações ou agendamentos é (16) 3301.6102. Os outros locais que aceitam voluntários, no Brasil, podem ser consultados neste link.
“É uma doação super simples. Nela, é colhida uma amostra de sangue periférico e o doador tem só alguns critérios a respeitar, como não ter nenhum antecedente de doenças oncológicas, hematológicas (no sangue) e auto-imunes – como a Lupus”, revela a médica.
Em 2021, houve uma edição, uma portaria (Portaria n°685, de 16/06/2021), sobre a idade de doação de medula. Antes limitada às pessoas de 18 a 55 anos, agora, ela abrange a faixa etária dos 18 a 35 anos. “Lembrando que, caso você tenha uma compatibilidade detectada, você pode ser chamado até os 60 anos. Logo, é importante que você faça a atualização periódica do seu cadastro. Clique aqui para realizar o processo”, recomenda.
Publicado por:
Carina Frei
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