As sobrancelhas são consideradas a moldura do rosto por destacarem os traços individuais, valorizando o olhar e acentuando as expressões dos sentimentos. Elas expressam força, determinação, delicadeza, irritação, impaciência, dúvida ou medo, criando uma imagem, quase que uma marca registrada da pessoa. A indústria da beleza não mede esforços nem recursos, investindo em novas técnicas para prestar serviços com total qualidade e fazer com que homens e mulheres tenham sobrancelhas mais harmônicas. Por isso, feiras de beleza ganham cada vez mais espaço no mercado nacional.
É inegável que sobrancelhas adequadas harmonizam os traços do rosto, destacando qualidades e disfarçando imperfeições. Quando bem desenhadas e compatíveis com o formato facial, realçam a beleza natural e a expressão, salientando características pessoais. É incrível como podem indicar a personalidade e, até mesmo, o temperamento pessoal. A verdade é que se deve ter atenção ao formato, optando por características adequadas.
Muitos formatos já foram moda, sendo que a maioria das mulheres seguia os estilos das musas do cinema e da televisão. Entretanto, a moda segue uma tendência cada vez mais natural. Assim como as sobrancelhas finas já reinaram, hoje, a melhor opção é fugir desse estilo por não valorizar os traços do rosto.
Cada década é marcada por um estilo, pois muitas mulheres queriam seguir os padrões das grandes estrelas. Na década de 30, por exemplo, a moda era raspar e redesenhar a sobrancelha com lápis, algo considerado normal e necessário, deixando o olhar bem dramático e acentuando as emoções das atrizes do cinema mudo.
Já na década de 40, as musas do cinema adotavam sobrancelhas de desenho mais arredondado e o final mais fininho, adequadas para quem tinha rosto redondo, como a atriz Rita Hayworth.
Nos anos 50, Marilyn Monroe e Audrey Hepburn lideravam com suas sobrancelhas de linhas um pouco mais grossas e em forma de acento circunflexo. A novidade era que elas começaram a preencher os pelos acima dos olhos com lápis ou tintura.
Como a moda vai e volta, nos anos 60, a sobrancelha fina da década de 30 retorna com força total pela musa Brigitte Bardot. Sempre arqueadas e tingidas ou marcadas a lápis, deveriam combinar com a cor dos cabelos.
O formato natural retorna na década de 70 com as estrelas apenas limpando o excesso de pelos. Já nos anos 80, a tendência era ter sobrancelhas grossas, escuras e bem cheias, bem ao estilo da atriz Malu Mader.
Na década seguinte, 90, os formatos seguem o desenho original de sobrancelha, mas com o detalhe de o final ser sempre bem fininho. E, a partir dos anos 2000, a proporção do rosto passa a ditar o formato.
A consultoria de um profissional para definir a melhor forma e saber empregar as técnicas adequadas é essencial. Com técnicas modernas, pode-se devolver volume, preencher falhas e cicatrizes, recuperar o olhar em expressões caídas. Tudo de forma natural e discreta. A recomendação é que, quem fizer o procedimento nem perceba a diferença, uma vez que os fios desenhados são muito próximos do real.
A sobrancelha dos sonhos requer investimento em micropigmentação, um processo estético muito conhecido entre as mulheres, que é semelhante a fazer uma tatuagem fio a fio, mas com duração limitada.
A 4ª edição da “Estética e Micro – Feira e Congresso”, promovida juntamente com a 17ª edição da “Professional Fair – Feira Profissional da Beleza”, entre os dias 20 e 22 de março, no Expominas, em Belo Horizonte, apresentará oportunidades de contato com reconhecidos profissionais dessa área, quando será possível aprender tudo sobre as técnicas mais modernas. A maior novidade na programação está nos 250 workshops gratuitos, proporcionando uma importante atualização e qualificação profissional, uma oportunidade imperdível para quem é da área.
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