Araraquara News

Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 15 de Abril 2026

🔴 Ao vivo

Notícias/Cidade

Último réu pela morte de Moïse Kabagambe será julgado no Rio de Janeiro

Brendon Alexander Luz da Silva, conhecido como Tota, é o último dos três envolvidos no assassinato a ser julgado. O crime ocorreu em 24 de janeiro de 2022, em um quiosque na Barra da Tijuca.

Último réu pela morte de Moïse Kabagambe será julgado no Rio de Janeiro
© Agência Brasil/Tomaz Silva
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O terceiro indivíduo acusado de envolvimento no assassinato do jovem congolês Moïse Kabagambe, Brendon Alexander Luz da Silva, também conhecido como Tota, será submetido a júri popular nesta quarta-feira (15). A sessão está agendada para iniciar às 11h, no I Tribunal do Júri da Capital, localizado no Centro do Rio. O trágico incidente que resultou na morte de Moïse ocorreu em 24 de janeiro de 2022, em um quiosque situado na Praia da Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense.

Brendon representa o último dos três indivíduos indiciados como executores a enfrentar o processo judicial. Os outros dois acusados, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, já foram sentenciados em março de 2025, recebendo penas que, quando combinadas, totalizam 44 anos de reclusão em regime fechado.

Conforme a acusação apresentada pelo Ministério Público, as gravações das câmeras de segurança do quiosque Tropicália evidenciam a participação direta de Brendon nas agressões. Ele também é visto em um dos momentos mais chocantes do caso: posando para uma fotografia ao lado de outro réu, junto à vítima já caída no chão, imobilizada, amarrada e aparentemente sem consciência.

Publicidade

Leia Também:

Em seguida, Brendon realiza um gesto manual conhecido como “hang loose”, comumente associado a uma saudação informal. Esse ato, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), ressaltou à época a extrema frieza demonstrada pelos envolvidos no crime.

As imagens de segurança também documentam que os três agressores atacaram Moïse por um período de 13 minutos, utilizando um taco de beisebol, além de desferir socos, chutes e tapas. Apesar de não oferecer qualquer resistência, a vítima foi brutalmente derrubada, contida e amarrada, tornando-se completamente indefesa frente aos ataques.

Durante o julgamento prévio de Fábio e Aleson, o Conselho de Sentença acatou integralmente as argumentações do MPRJ, confirmando que o delito foi perpetrado por um motivo fútil, com extrema crueldade e através de um método que impediu qualquer possibilidade de defesa por parte da vítima.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
Comentários:

Não possui uma conta?

Você pode anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR