volta do auxílio , liberada recentemente pelo governo federal após meses sem pagamentos, prevê depósitos de R$ 150 a R$ 350, redução que, na avaliação dos chefes dos estados, é "inadequada para a eficácia da proteção da população".

"Temos o cenário dramático de quase 300 mil vidas perdidas. Diariamente, vemos recorde de mortes, lotação de leitos hospitalares, ameaça de falta de medicamentos e esgotamento das equipes de saúde", diz um trecho da carta de governadores que argumenta pedindo a volta do auxílio de R$ 600 .

Os governadores pedem a Arthur Lira e Rodrigo Pacheco  adoção das providências necessárias para garantir a renda e a segurança da população, associando auxílio e distanciamento social. Os chefes dos estados dizem ainda que apoiam a iniciativa de 300 organizações que compõem a " Campanha Renda Básica que Queremos ".

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"Agir contra esse cenário requer medidas sanitárias e garantia de uma renda emergencial. Somente com essas medidas seremos capazes de evitar o avanço da morte. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável", dizem os governadores.