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A oposição do Palmeiras, representada pelo grupo Ocupa Palestra, manifestou forte preocupação nesta sexta-feira (25) com a possível entrada de José Roberto Lamacchia na gestão da saf do vasco. O empresário é marido da presidente Leila Pereira e atua como avalista do filho, Marcos Lamacchia, cuja empresa venceu o leilão para adquirir o controle da equipe carioca.
Diante do avanço da negociação, conselheiros palmeirenses cobraram providências imediatas para resguardar a instituição paulista. Entre as principais exigências do manifesto está o desligamento formal de José Roberto Lamacchia do Conselho Deliberativo do clube.
Conflito de interesses e regulação
O grupo opositor alega que já havia enviado questionamentos formais aos órgãos internos do Palmeiras sobre potenciais conflitos de interesse, mas não obteve retornos considerados satisfatórios. A transação também passou a ser monitorada pela Anresf, que avalia se o vínculo familiar com dirigentes de outra equipe fere as regras de propriedade cruzada.
A Almirante Participações foi a única participante do leilão realizado nesta sexta-feira (25). Apesar da proposta vencedora, a conclusão definitiva do negócio ainda depende do aval dos órgãos deliberativos do clube carioca.
Posicionamento e próximos passos
Em entrevistas anteriores concedidas em junho, José Roberto Lamacchia confirmou que apoia financeiramente o filho na operação. Ele também mencionou a hipótese de Leila Pereira vir a ocupar funções no time do Rio de Janeiro futuramente.
Enquanto o processo segue para as instâncias de aprovação final no Rio de Janeiro, a pressão política nos bastidores do clube paulista continua crescendo para evitar qualquer tipo de benefício indireto a concorrentes.
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