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DIVERSAS DOENÇAS MAMÁRIAS COMPROMETEM SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA APÓS 40 ANOS

O envelhecimento deixa as mulheres mais sucetíveis a alguns tipos de problemas de saúde

DIVERSAS DOENÇAS MAMÁRIAS COMPROMETEM SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA APÓS 40 ANOS
Pexels, Pixabay
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O envelhecimento deixa as mulheres, naturalmente, mais suscetíveis ao desenvolvimento de alguns problemas de saúde, principalmente, nas mamas. Afinal, o desempenho de certas funções no corpo não se mantém mais com o passar dos anos. Os 40 anos marca o início de uma nova fase, quando o corpo produz menos hormônios e se prepara para o encerramento do período fértil, passando pelo climatério até a menopausa, ampliando os riscos de doenças. 

A presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia - Regional Minas Gerais (SBMMG), Bárbara Pace, fala da mastalgia, uma condição causadora de distúrbios. A dor mamária é decorrente dos incômodos com duas diferentes categorias, cíclica, relacionada ao período menstrual, ou acíclica, ligada à idade, acometendo, especialmente, quem está entre 40 e 50 anos, provocando assombro pelo temor de se tratar de um câncer.

A mastalgia ainda ocorre pela inflamação e cistos mamários, sendo que o segundo, também se torna mais comum ao envelhecer. Os cistos também apresentam diversos tamanhos, ovais ou redondos, medindo até 5 cm, porém, nem todos são identificados do toque. 

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A doença de paget é outra possibilidade, considerada rara e,  por isso, pouco conhecida. A condição está relacionada a um tipo de câncer, pois  afeta a pele do mamilo e aréola, provocando irritação, coceira, vermelhidão, descamação e, até mesmo, a inversão do mamilo.

A médica também alerta para o câncer de mama, o segundo tipo mais comum no Brasil e o mais mortal, considerado um dos principais e mais conhecidos problemas mamários. A incidência cresce exponencialmente, a partir da faixa dos 40 anos, tornando os exames de rotina, ou de rastreamento de casos, cada vez mais necessários e obrigatórios, para acompanhar a saúde e impedir um desenvolvimento grave. Um estudo publicado pela revista “The Lancet” apontou que o exame anual de imagem reduz os riscos de morte em até 12%.

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